terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Jogo sujo não pega...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Perigo...Mau tempo
Fazer justiça
Este blogue já criticou o DN Madeira pela orientação dada em algumas peças de informação. Nunca escondi e por isso assumo frontalmente porque quando o fiz não foi de forma gratuíta mas assente num conjunto de razões que permitiram sustentar a minha critica (era a minha opinião). Estou certo que os jornalistas e os responsáveis entenderam o alcance e a seriedade dos meus comentários. Hoje faço questão de afirmar que foi com com agrado que li a peça dos transportes terrestres de mercadorias da responsabilidade de Miguel Torres Cunha. Naquele trabalho está bastante claro a importância da análise daquele vector na formação do custo de transporte de mercadoria, a par do frete e da operação portuária.
Do meu ponto de vista, o DN Madeira, e o jornalista, está de parabéns pelo contributo para o melhor entendimento desta complexa temática. Nem só os serviços públicos fazem serviço público!
URGENTE
Cabecinha (s) pensadora (s)
CINM...
Qual o contributo para a riqueza da Região que umas empresas italianas utilizem o off shore do CINM para, conforme escreve a Lilia Bernardes no DN, fuga ao fisco, evasão fiscal e lavagem de dinheiro, incluindo pagamento de luvas.
Ou seja para não misturar alhos com bugalhos estamos perante duas situações: 1)a utilização do CINM para actos ilícitos e; 2) em alguns casos (muitos) a existência de empresas cujos rendimentos apenas são registados na Madeira onde praticamente não se cria emprego, e são transferidas para Itália (neste caso em particular).
Para mim a situação é muito clara: o CINM é um instrumento de desenvolvimento regional mas é preciso saber se o seu contributo é efectivo para a Região ou se, no fim de tudo, poucos beneficiam. Mais, estou certo que o contributo do CINM podia ser qualitativamente e quantitativamente (no plano do rendimento disponível regionalizado - o que fica na Região) maior, caso o Governo Regional alterasse em absoluto a sua posição de parceiro adormecido e desenvolvesse um verdadeiro plano estratégico para a atracção de Investimento Directo Estrangeiro. Deixo a pergunta: porque razão nunca um membro do Governo se junta às supostas missões de promoção de IDE organizadas pelo CINM?
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Central de biomassa
Raimundo Quintal ontem num programa da RDP abordou a questão da central de biomassa, na sequência de uma pergunta do jornalista. Fica claro que apesar do Diário Económico já ter anunciado que a empresa de Silvio Santos, que tem como administrador Marques Mendes, já tem licença para a construção da central, a verdade é que não houve nenhum concurso... Quanto à questão da viabilidade, essa é outra história...
Pode ser ...difícil
Que a memória sirva de alerta
Permita-me, então, que me dirija a V. Exa. no sentido de tecer algumas considerações aos comentários expendidos por V. Exa. no programa “A Quadratura do Círculo”, onde o convidado especial abrilhantou a amena conversa entre os comentadores habituais. Antes de mais, quero sublinhar que o silêncio ensurdecedor em torno deste episódio atípico e confrangedor releva do imensurável peso específico de V. Exa. no panorama político nacional. No entanto, esse silêncio tem uma explicação assaz simples: os que incomodados, para não aumentar o prejuízo decorrente do episódio, entenderam que a descrição era a melhor maneira de não exponenciar os decibéis do ruidoso silêncio; e os eufóricos, beneficiados com o mesmo, perceberam ser mais útil deixar passar a mensagem nua e crua, para que no terreno fértil da política menor, a demagogia fizesse melhor o seu percurso.
Naqueles poucos minutos V. Exa. achou que o facto de falar em pessoal o absolvia das inevitáveis repercussões políticas das suas declarações: porque é socialista; porque o PS faz disputar eleições regionais em condições para cuja dificuldade, além de derivarem de responsabilidade própria e da forma peculiar de viver a democracia na Madeira, resultam igualmente do facto de as sucessivas direcções nacionais do PS não terem assumido as suas graves responsabilidades neste processo. Ora, V. Exa.. é, não preciso de lhe lembrar, o Presidente do PS. As suas declarações não poderiam deixar de ser politicamente aproveitadas pelos adversários dos socialistas e por aqueles a quem a situação político-social na Madeira é conveniente. Mas, deixe-me ser mais específico e concreto: que acharia V. Exa., se, em plena campanha eleitoral nacional de 2005, o Dr. Mário Soares elogiasse as qualidades políticas, se fosse o caso, do Dr. Santana Lopes?
Mas V. Exa. alega, como já fui dizendo, duas coisas: falava em nome pessoal e o homem em causa apenas tinha um problema de forma. Escusando-me a lembrar a um eminente causídico que o respeito das formas e a falta dele é todo um mundo de diferença no Direito e no Estado de Direito Democrático, não posso, todavia, deixar de sublinhar outras duas coisas: a V. Exa., pelas suas pesadas responsabilidades, é intolerável achar que é possível separar as suas convicções pessoais das partidárias em matéria de salvaguarda das liberdades das pessoas e, a outra observação, é que apesar da importância do (mau, muito mau) estilo (ou da forma) o que é relevante, naquele homem a que V. Exa. insiste em reconhecer mérito, é sem dúvida o conteúdo, a sua essência. E V. Exa. reconhece mérito por causa da obra. Nem vamos discutir o mérito dela, mesmo no âmbito daquilo a que os economistas chamam a falácia do “post hoc”: “post hoc, ergo propter hoc”, ou seja, se foi depois disto, então é por causa disto. Quer dizer que se tanto se construiu na Madeira depois de Alberto João, então, certamente, o homem merece, com efeito, o elogio do Presidente do PS, apesar da forma pouco ortodoxa. Na verdade, o que se fez, certamente ter-se-ia feito, mesmo sem o homem que lhe merece encómios. Aliás, o que se fez poder-se-ia ter feito assim e melhor. A não ser que em vez de um caso de política tivéssemos um caso de polícia, tantos foram os meios europeus e nacionais disponíveis. Mas deixando para o momento próprio o mérito e o demérito da obra, pergunto: se a forma não conta, será que basta construir pontes, estradas, escolas, aquedutos, barragens para merecer ser grande? Então é por isso que o fantasma de Salazar paira entre os “Grandes Portugueses” – mais safanão, menos safanão, mais Tarrafal, menos Caxias, mais exílio, menos Mário Soares, mais clandestinidades, menos Álvaro Cunhal, mais masmorra, menos masmorra, mais democracia, menos democracia, mais liberdade menos liberdade, mais forma menos forma, o que interessa é a fórmula da obra: perpetuar-se no poder sempre foi uma façanha neste país de brandos costumes e pouca exigência democrática.
Neste contexto, seria ofensivo à minha própria consciência se não reagisse de forma peremptória às suculentas declarações de V. Exa. relativamente ao actual Presidente do Governo Regional da Madeira (...) Como V. Exa. pode depreender das minhas palavras, sou um observador atento da realidade regional e desprovido de rótulos e compromissos partidários. Neste contexto, quero dizer a V. Exa., de forma clara, que estou do lado daqueles que consideram o “sistema” criado pelo Presidente do Governo Regional da Madeira, o homem por quem V. Exa. põe as mãos no fogo, uma fonte de injustiça, de falta de respeito pelos direitos e garantias das pessoas, de autoritarismo, de corrupção, enfim, um estado de sítio permanente de facto, mesmo que não de jure, e quase uma espécie de cleptocracia. Esta realidade, observável a olho nu, não pode merecer da minha parte qualquer apoio, compreensão e, muito menos, qualquer tipo de elogio. Neste contexto, e mesmo não tendo as responsabilidades políticas de V. Exa., o facto de ter sido candidato a presidente da principal autarquia da Região pelo Partido de que Vª. Exª. é Presidente, coíbo-me de separar o elogio ao Dr. Alberto João Jardim pelo seu desempenho político, colocando esse elogio no baú das opiniões pessoais, como se dele não houvesse consequências políticas. De resto, nem a título pessoal, o referido protagonista me merece considerações apologéticas. A Madeira, que V. Exa. conhece, vive num permanente “rombo democrático” onde a auto-censura de grande parte da sociedade assume o papel predominante, assente na técnica da pressão pelo medo junto de quase todos os que queiram exercer um direito de contraditório, fundamental num estado democrático, como estou certo que V. Exa. compreenderá..."
Tudo doido!
Balelas inconsistentes
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Falta de isenção do director
Vale o que vale mas 88% dos visitantes deste blogue, e que votaram na sondagem que terminou ontem, consideram que o atual director da RTP e RDP Madeira não é isento...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Pela transparência...
Problemas da regionalização das finanças
Desse debate, na RDP, destaco alguns temas designadamente a questão da pertinência da regionalização. Na minha opinião o princípio de subsidiariedade é verdade para tudo, pelo menos em teoria, contudo existe um conjunto de matérias onde a sua aplicação deve ser acompanhado de cuidados suplementares. É assim com as finanças mas também, por exemplo com a justiça. Sendo assim as reservas que mantenho são de 3 ordens: em primeiro lugar em virtude do tema em causa, na verdade o tratamento de assuntos desta natureza onde a descrição, a confiança, o rigor e a transparência são factores fundamentais de modo a promover uma justiça fiscal a toda a prova, deve merecer uma atenção mais cuidada; em segundo lugar o problema da escala onde se procede à regionalização, na verdade a proximidade pode conduzir a comportamentos perversos que podem ultrapassar largamente os benefícios do princípio de subsidiariedade; em 3º lugar, mas não menos importante, quando a regionalização surge num contexto em que os mecanismos democráticos estão há muito colocados em causa, como é o caso da Madeira.
Sendo assim, era de esperar que na RAM este processo de regionalização tivesse sido acompanhado de um esforço que limitasse significativamente estas questões, através de mecanismos de protecção do cidadão mais agressivos e de uma profunda transparência do trabalho de combate à fraude e evasão fiscal assim como da sua própria execução.
Ora, nada disso acontece: por exemplo, o site da direcção regional está em construção não sendo possível saber o que se passa e ter elementos de acompanhamento do trabalho em curso. O da inspecção tributária também. Além disso, não existe obrigatoriedade de “apresentação de contas” das matérias em cima referidas…
Os 3 anos de assuntos fiscais na RAM
A RDP Madeira promoveu um debate, entre eu próprio e o João Machado, director regional de assuntos fiscais, sobre os 3 anos de regionalização dos serviços de finanças que foi gravado hoje e que será transmitido no próximo dia 17, Domingo, às 11 horas.
O confronto é indispensável porque é no exercício do contraditório que é possível escrutinar a verdade dos factos e entender as alternativas. Pelo contrário, a RTP Madeira assinalou esta passagem com um monólogo com o director regional dos assuntos fiscais!
Desemprego
A importância da verdade!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Volto a explicar
Caro LFM, não sei se se dirigia a mim o seu comentário da deturpação dos indicadores, julgo que não, de qualquer forma, sobre a avaliação do produto da região, peço-lhe que, pelo menos, tenha em consideração o meu conhecimento sobre a matéria, decorrente da minha própria formação mas também conhecimento efectivo do fenómeno. Ou seja, julgo que fui claro sobre a minha não discordância com os indicadores em vigor na UE, como não podia deixar de ser - são indicadores comparativos internacionais. Contudo, o facto é que existem outras formas de avaliar a riqueza das regiões que, em algumas circunstâncias, como é o caso da Madeira, que possui uma zona franca, traduzem melhor (mais fiável e verdadeiro) o nível de riqueza e desenvolvimento. Sendo assim, o problema não está nos estudos já efectuados mas na avaliação que ainda está por fazer: o cálculo do PNB Regionalizado (diferente do PIB Regional). Ou seja o cálculo da riqueza que fica na Madeira, do Rendimento Disponível Regionalizado. É aqui que entra a Zona Franca. O PNB exclui do seu cálculo o produto de empresas residentes que depois são "enviados" para as regiões onde estão as sedes das empresas respectivas...
Basta ler o que diz o INE sobre esta matéria onde no essencial afirma que " ...na situação em que uma dada região se localiza uma zona franca, o PIB da Região pode distorcer o rendimento primário efectivamente distribuído às unidades residentes nessa (extra Zona Franca) e de forma significativa a posição relativa da Região..."
Sendo assim, diz o INE, "...o agregado que melhor reflectiria o rendimento distribuído a uma determinada economia corresponderia ao PNB Regionalizado ou Rendimento Disponível Regionalizado...".
Espero ter sido, agora, suficientemente esclarecedor.
É por isso que o PS M irá apresentar um projecto de resolução para a concretização e avaliação do seguinte:
Em primeiro lugar, o valor das actividades do CINM que contribuem para o Rendimento Disponível Regional;
Em segundo lugar, a dimensão do PNB da RAM ou Rendimento Disponível Regionalizado.
Em terceiro lugar, que se proceda à actualização do estudo do INE de 2002 sobre o PIB da Região.
Em quarto lugar, que esta análise/estudo seja actualizada numa base anual.
Em quinto lugar, que os resultados de todos os estudos/análises recomendadas sejam discutidos no quadro da ALRAM.
Tudo isto é determinante para o futuro da Madeira e para a avaliação séria das responsabilidades políticas.
Esturro?
Silvio Santos, sócio da empresa em que Marques Mendes é administrador, a Nutroton, vai avançar com uma central de biomossa na Madeira ( a primeira de um conjunto de 3 que irão construir no país). Tenho sobre isto algumas perguntas:
1. no artigo do Diário Económico diz-se que a Nutruton Energias já tem licença para a construção da biomassa na Madeira. Quem concedeu. Houve concurso?
2. Quantas licenças estão disponíveis para a Madeira ou por causa da limitação do mercado estamos perante a criação de mais um monopólio.
3. A empresa de electricidade que é obrigada a comprar a energia produzida tem capacidade para receber quanto? Ou irá ser a barreira à entrada de mais operadores?
4. Estamso perante um negócio sustentável na RAM ou pela escassez de biomassa tudo isto não passa de um oportunismo de curto prazo onde se facilita o investimento com fundos comunitários e aproveita-se o negócio de venda de energia enquanto houver matéria prima. Depois é preciso esperar mais ou menos 7 anos para que a floresta volte a dar mais matéria prima.
Tudo isto é muito estranho e que merece uma explicação do Senhor Secretário Manuel António.
PIB incomodativo, para quem?
Bom devo dizer que não me incomoda minimamente o valor do PIB da Região, apresentado pelo Eurostat, e o respectivo posicionamento da Madeira no quadro das regiões europeias. O que me parece absolutamente relevante é que todos tenhamos consciência do que estamos a comparar e tomemos uma decisão sobre determinadas matérias numa objectiva base de sustentação. Ou seja, o PIB é o indicador que permite as comparações internacionais e é essa a variável que a UE utilizará para definir o grau de desenvolvimento das Regiões. Contudo, isto não significa que não se tenha a consciência clara das fragilidades deste indicador sobretudo para regiões que têm zonas francas no seu território. Nestas, existe uma parcela dos rendimentos que são "enviados" para as regiões sedes das respectivas empresas. Ou seja, numa base objectiva é mais conveniente calcular o PNB Regional que nos dá o valor dos rendimentos que efectivamente ficam na Região. Portanto, a pergunta é esta: queremos viver numa mentira? Queremos manter um discurso de ricos quando podemos ser francamente mais pobres? Queremos discutir com a Europa a manutenção dos fundos numa lógica de lobby pimba, ou antes encontrar todos os argumentos para potenciar o nosso desenvolvimento e manter apoios importantes? É só isto, mas... Lá sabem.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
A pérola
Pois, foi isso mesmo que todos percebemos.Aliás Silva Pereira não conseguia disfarçar a ansiendade de estar ao pé daquela figura que goza, cada vez mais, de uma credibilidade impar..
O momento
AJJ diz à Daniela Maria, depois de um conjunto de perguntas incómodas: "fica muito nervosa quando cito a oposição..." e depois volta às suas "conversas paroquiais tentando assustar a jornalista...
Sem norte...e sem "pachorra"
A incompetência
Os interesses de AJJ
Paradoxo
AJJ afirmou na entrevista que irá ficar marcada como a "o baralhanço do presidente" que valeu a pena sair de Região objectivo 1. Ou seja AJJ, diz não estar preocupado com a perda de milhões com esta decisão errada e tomada sem rede e sem a ponderação adequada, como estou certo havemos de provar brevemente. Mas, por outro lado, e paradoxalmente, diz que a crise na Madeira ( não disse mas aceitou) decorre das medidas do governo Sócrates e da lei das finanças regionais... Se não precisamos da Europa porque precisamos "das migalhas" do governo da república. Como ele própria apregoa?
O egocêntrico perigoso
Arrogância
AJJ afirmou na sua entrevista na RTP Madeira, um dos piores momentos da sua carreira política, que não responde a coisas de política doméstica. Quem se julga este homem que é? Afinal, já não está á vontade para explicar os seus próprios disparates?
A bela e o monstro
Leonel na ALRAM
A primeira Comissão, em reunião ocorrida hoje, aprovou por unanimidade (embora decorrente da lei) a vinda de Leonel de Freitas à ALRAM. Lá estaremos...
Que balbúrdia...
A noticia de Miguel Torres Cunha é pertinente e merece reflexão: então não há dinheiro para barcos novos (já sabido...) e o Senhor Secretário Regional em vez de alertar os empresários deixou "a coisa andar"...
Ainda bem que o DN, através de Miguel Torres Cunha, tornou público mais este escândalo de uma governação do outro mundo!
Quando se quer gerir uma secretaria pelos jornais dá nisto: ASNEIRA! Pode ser que desta vez este Senhor Secretário meta "o rabinho entre as pernas" e assuma a sua irresponsabilidade...
Importa saber
Segundo o Eurostat o PIB da RAM, comparativamente à média da União Europeia é 94,9%. Ora se a actividade na Zona Franca da Madeira fosse nula o PIB RAM estaria hoje na ordem dos 73,9%, portanto ainda dentro da Região de objectivo 1. Ora isto pode parecer demagogia mas é um debate que tem de acontecer rapidamente. A questão que está em causa é simples: as actividades do CINM (Centro Internacional de Negócios da Madeira) valem, pelos últimos dados obtidos, 21% (hoje até podem ser menos...). Todos sabemos que uma parte significativa desse produto/rendimento não fica na RAM - volta para o país da sede da empresa . Sendo assim, importa, de uma forma clara, saber de que montante estamos a falar e perceber se valeu a pena a atitude do GR do PSD em não colocar, na altura certa, estes dados em cima da mesa e tentar alternativas numa base profunda de negociação!!! Caso se comprove a irresponsabilidade, que receio ter ocorrido para mal de todos os madeirenses, quem assume a culpa? Morrerá solteira?
Dúvida
Tenho uma simpatia especial por José Manuel Rodrigues, tive sempre a ideia de uma pessoa com convicções e boas intenções. Não mudei de ideias sobre isto, até porque também sei que na política muitas vezes existe pressões que nos levam a fazer coisas pouco compatíveis com o que acreditamos. Mas a real politik assim obriga. Enfim, não sei se era capaz de viver muito com este posicionamento mas tentarei não criticar.
De qualquer modo, gostaria de dizer o seguinte: posso estar enganado mas parece-me que do ponto de vista prático o CDS ganha muito mais na critica ao PSD. É aí que está o seu eleitorado natural. É aliás isso que faz o PCP e, de alguma forma o BE: critica o PS porque está convicto que precisa ganhar espaço na esquerda, desconfiando que a direita lhe dará votos. Obviamente que nesta análise simplista há ainda que juntar a idiossincrasia da realidade madeirense o que leva a baralhações ideológicas do outro mundo. Mas, tudo isto para dizer que num plano de normalidade o CDS M tem mais a ganhar na critica ao PSD M do que ao PS. Foi aliás isso mesmo que fez o partido no quadro nacional e só assim conseguiu ser governo...
A minha convicção é que era lógico um maior confronto do CDS ao PSD, de modo a lhes retirar eleitores. Menos óbvio parece ser a procura de eleitores no plano do PS M, conforme algumas vezes parece ser a estratégia local... Se calhar estou enganado mas alguns comentários que leio na blogosfera deixam-me confuso!
Um governo que não governa
A oportunidade
Autocensura
Por várais vezes ja comentei aqui o drama da captura da sociedade civil pelo poder e pelo regime instalado pelo PSD. Como? Através da compra objectiva do silêncio e da intervenção civica, promovendo algo muito pior que a censura: a auto-censura.
Clarinho...
Ainda no âmbito da telenovela dos independentes aconselho a leitura do comentário do Luis Vilhena no seu blogue.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Cumprimentar com chapéu alheio...É feio!
Que grandes piruetas faz o grupo parlamentar do PSD para justificar a eficiência fiscal na Madeira com a regionalização dos serviços. É pena que essa ideia cheire demasiado a demagogia política. É que a eficiência fiscal só aconteceu na Madeira com a reforma séria efectuada no âmbito da Direcção Geral de Contribuições e Impostos. Leia-se pela república...
Arco Democrático
É com gosto e convicção, sem subterfurgios e numa perspectiva construtiva, que faço parte do "Arco Democrático". Quem quiser participar veja aqui.
Agradeçam ao AJJ
A Madeira é a região do país onde o desemprego mais cresce. Tendo presente os famosos programas de apoio ao desemprego que ocultam a verdadeira dimensão do fenómeno estamos a falar de mais de 10 000 pessoas numa terra de cerca de 100 000 de população activa. É obra!
Santana - mais um escândalo?
Afinal o que se passa na Câmara Municipal de Santana? Ninguém explica?
Resposta ao desafio de LFM
Noutro plano, podemos discutir as implicações desta atípica e "aparvalhada" política desportiva. Mas isso, como V. Exa. sabe é outra história...
DN MAdeira - Parabéns
O jornalista Jorge de Sousa escreve numa longa peça no DN MAdeira sobre que parece óbvio a todos mas que alguma comunicação social teima em esconder: o governo de AJJ está encostado às "boxes" sem capacidade de reacção, sem sentido reformador, à espera, à espera,...Enfim, é um governo amorfo, cansado, com uma grande dose de incompetência e encharcado em suspeitas de favorecimentos vários...Parabéns ao jornalista e ao DN Madeira pela coragem de dizer o que está aos olhos de quase todos...
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Vontade de chorar?
Eu também tenho vontade de chorar com as figuras tristes, de puro oportunismo, da responsabilidade de alguns partidos da oposição, aquando o último acto eleitoral na RAM. Apesar de tudo espero que todos tenham aprendido a lição. Tenho esperança...
Boa noticia II
Uma boa sugestão para ultrapassar a fraude dos orçamentos da RAM...
"Os Orçamentos de Estado (OE) poderão passar a ser elaborados pelo Governo em colaboração com entidades independentes, por forma a evitar manipulações dos dados por parte dos Executivos, avança este domingo o Jornal de Notícias." in diário digital
Boa notícia
Esta é uma boa noticia para o bom funcionamento do mercado num sector cada vez mais dominado ("quase monopólio") pela Microsoft: "...O conselho de administração da Yahoo rejeitou a oferta pública de aquisição (OPA) da Microsoft, sustentando que ela "desvaloriza imenso" o valor da companhia. A notícia foi on- tem publicada na página de Internet do Wall Street Journal, que cita fontes ligadas ao negócio...." in DN
Oportunismo de vedeta
O paradoxo de Guilherme
10 estratégias
10 Estratégias para o desenvolvimento da economia da Madeira:
1- Aposta na criação de um cluster de turismo
2- Dinamização do investimento privado, público/privado e público nas tecnologias de informação
3- Reforço do sistema de inovação regional e articulação profunda com o sector empresarial endógeno
4- Restabelecimento das condições de funcionamento do mercado
5- Maximização do investimento público na consolidação do modelo de economia sustentável
6- Reforço e redefinição do modelo de Atracção de Investimento Directo Estrangeiro e internacionalização da economia regional
7- Um novo modelo de financiamento da economia regional, para uma aposta no empreendedorismo
8- Minimização dos principais custos da ultra periferia, seja pela via do mercado, seja pela intervenção pública
9- Uma nova orgânica de governo na área económica: mais eficaz e menos dispendiosa
10- Uma aposta num sistema fiscal adequado aos objectivos do desenvolvimento da RAM
Ideias Chave
4 Ideias chave para o desenvolvimento da economia da Madeira:
Recuperar a confiança
Apostar no sector privado
Aumentar a competitividade
Promover o crescimento da economia
AJJ e o Ministério Público
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Diferenças
Não tenho muito a ver com o assunto mas militante dissidente não é a mesma coisa que independente. Ou é?
Lamentável...
Ricardo Vieira no programa da RDP Madeira, que participa semanalmente com Virgilio Pereira e David Caldeira tentou explicar as suas frequentes posições de escusa, em determinadas votações, afirmando, imaginem, que era a mesma coisa que o que se passou ontem na Assembleia da República. Lamento decepcionar, mais uma vez este vereador do CDS, mas na realidade não é a mesma coisa. Ricardo Vieira pede escusa por interesses pessoais, materiais, não de consciência!
Mais, claramente os interesses dos cidadãos do Funchal foram colocados em causa com a deliberação da CMF relativamente aos clientes do Senhor Dr. Ricardo Vieira. Pior ainda, por exemplo, o protocolo votado no âmbito da questão do hotel CS foi proposto pelo próprio Ricardo Vieira. É ele que negociou com a CMF, e a sua vereação executiva, os termos do acordo. Ora, parece-me esquisito esta tentativa de transformar normal o que francamente não é! É dificil acreditar num Ricardo Vieira defendendo com convicção os seus ideais de planeamento e noutro, no mesmo contexto, procurando dar uma machadada nesses ideiais para defender os seus clientes. O PSD agradece e aproveita...
A oposicão de Ricardo Vieira na CMF é de fachada e prejudica os interesses do Funchal e do próprio partido que representa. Aliás o CDS de Ricardo Vieira é um partido político deliberadamente interesseiro e, portanto, do "arco de AJJ" e neste caso de Miguel Albuquerque...
Proposta à RTP II
Pelos comentários que recebi parece ter existido dúvidas na minha opinião sobre a linha editorial do telejornal da RTP Madeira. Em primeiro lugar, muitas das propostas apresentadas (no post) como sugestão para destaque alargado no telejornal não têm nada a ver com partidos mas, precisamente, com a sociedade civil; em segundo lugar, sou o primeiro a defender a divulgação, na medida adequada, de todas as iniciativas, contudo, parece óbvio que um congresso anunciado sem a confirmação de qualquer nome, deve ser noticia mas parece-me extemporâneo ter 15 minutos de telejornal; em terceiro lugar, um telejornal deve priviligiar a actualidade e ter critério objectivos para a pertinência e importância dos destaques. Os últimos dois exemplos são a prova clara que nada disso existe!
Sejamos claros, a RTP Madeira anda à nora sem uma linha editorial clara e objectiva. Sabem porquê? Porque se a tivesse todos os exemplos que sugeri como destaque já tinham tido expressão objectiva, de uma ou de outra forma, neste, ainda, medíocre serviço público de televisão.
Mas já agora deixem-me dar alguns exemplos do que sugeri: a questão da entrega do estádio dos barreiros ao marítimo de forma ilegal é uma matéria partidária? A sociedade civil (se é que é possível criar uma fronteira absoluta...) não tem nada a ver com o assunto? Os clubes de futebol não fazem parte da sociedade civil? Os contribuintes que pagarão todo este disparate não são a sociedade civil?
Outro exemplo, a falência do modelo dos parques empresariais é um aspecto partidário? As empresas não são a sociedade civil?
Ainda outro exemplo, a procura das razões do aumento da droga e da insegurança na RAM é um aspecto de ordem partidária?
Façam como quiserem mas não contem comigo para justificar o injustificável...
Bom senso...
O Simplex é um programa sério e concreto, com medidas objectivas, já com reflexos na vida das pessoas e das empresas do país e da Madeira. Quem não quer admitir isto não é sério e, sobretudo, perde total credibilidade numa opinião com tendência política. O melhor, quando há falta de argumentos de contestação, é ficar calado. É um erro crasso atacar o que é inatacável! Quem tem dúvidas lembre-se da empresa na hora, do IRS pela internet, das escrituras que deixaram-se de fazer, da declaração de falência num período muito mais rápido, da marca na hora, tec. São 379 medidas que têm vindo a ser implementadas para bem do cidadão. Pelo contrário a operação arrasar de AJJ até hoje, desde 2004 não gerou absolutamente nada, nem um power point. Mais. O que se viu recentemente a vergonha da resolução do governo que permite a simplificação do PDM para legalizar o que é ilegal e manter o clima e as suspeitas de impunidade e corrupção na nossa Região. Obviamente medidas contra o cidadão... Era preciso um bocadinho mais de bom senso...
O DN e o cortejo Trapalhão
Está a terminar a semana do carnaval e é justo dizer o seguinte sobre a cobertura jornalistica do carnaval trapalhão, um cortejo sobretudo de "escárnio e maldizer", onde o humor serve para retratar preocupações sérias do povo. Ora, o que se passou foi que a RTP Madeira apresentou uma peça onde aparentemente a critica ao Sócrates tinha assumido o papel central. Ora, nada de mais falso. Houve, naturalmente, critica ao primeiro ministro, mas o que dominou, em termos de sátira política, foi a critica a AJJ. Foi isso mesmo que fez o DN Madeira, retratou o que pareceu evidente a todos os que viram o cortejo: um desfile onde foi predominante a denuncia à passividade da governação com alusões objectivas à corrupção com Jaime Ramos e Jardim no centro da critica.
Aparentemente parece ser algo sem importância. Na verdade é mais relevante do que parece, porque numa actividade supostamente inócua do ponto de vista política é transformada, pela televisão pública, num instrumento ao serviço de AJJ e do PSD. Assim vai a nossa RTP Madeira. Contudo, termino dizendo que mais do que uma critica à RTP Madeira faço hoje questão de elogiar o DN Madeira pela postura de verdade assumida...
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Proposta à RTP
Sugiro à RTP Madeira, e ao seu director, o lançamento de uma nova geração de programas cujo objecto central deve seguir a seguinte máxima: Nem aquece nem arrefece, entretém e, sobretudo, branqueia.
Isto vem a propósito das escolhas para os últimos dois temas de análise do telejornal em que o de ontem foi um suposto congresso do mar, da responsabilidade de uma empresa privada, em que no essencial ficamos a saber que os responsáveis gostariam muito de ter a Madeira um Comissário Europeu, um representante da equipa Alinghi que participa na copa da América em vela, enfim nada de concreto um "monte de ideias", concerteza bem intencionadas mas muito dificil de entender onde está a pertinência do destaque. Hoje, na mesma linha, a nossa RTP de serviço público considerou que um prémio para uma campanha de promoção da Madeira merecia um destaque. Reparem, nada mudou de significativo no turismo. Antes houve uma empresa que fez uma campanha "gira" para a Madeira e alguns consideram razão mais que suficiente para um destaque...Assim sugiro a transferências destas coisinhas de entreter para um programa de "matiné" e proponho os seguintes destaques: destaque do escândalo dos apoios ao desporto profissional; escândalo da entrega do estádio do marítimo; consequências da simplificação do PDM e respectiva legalização de alguns projectos de hotel na promenade; o novo savoy: o que está por detrás do projecto; análise do aumento do fenómeno da droga na Madeira; crise na actividade económica regional e suas razões; crise no comercio em contexto urbano; atraso no lançamento dos fundos de apoio ao investimento privado na Madeira, crescimento da dívida da Região e posicionamento do governo; análise do atraso no pagamento aos fornecedores do GR, problemática da crise sector do turismo e perspectivas futuras, britadeiras ilegais; análise das razões da construção de mais túneis, os negócios de Jaime Ramos, a cidade da criança: caderno de encargos versus execução final; as obras inúteis das sociedades de desenvolvimento, o forum Machico: razões para estar deserto; a proliferação dos centros civicos: razões e custos; o efeito AJJ na crise da Madeira, o caos do PSD; a corrupção na CMF, na sequência da auditoria; efeito no planeamento da cidade do Funchal de projectos apresentados por familiares próximos do Presidente da CMF: uma análise de personalidade; parques empresariais: as razões do falhanço; o contributo da Zona Franca para a perda de fundos europeus; o futuro da economia da Madeira: onde pára a diversificação; A ACIF e o Governo: duas faces da mesma moeda....
Telenovelas...
Há quem diga que o que se passa no PS é uma espécie de telenovela mexicana. Parece-me justa a critica. Mas também parece verdade que a única diferenção entre a telenovela do PS e a do PSD é que esta última é um misto entre mexicana com colombiana, com pitada de brasileira mas sem autorização de transmissão para o público em geral. É pena porque seria bem mais entretida e, sobretudo, bem mais BOMBÁSTICA!
"Alarido"
há blogues e blogues e há uns que nascem tortos...Segundo este senhor o meu amigo Luis Vilhena faz parte de uma lista independente (tem piada que agora independentes são também aqueles que andam chateados com os seus próprios partidos, enfim...) para a CMF. É mentira e demonstra o interesse em lançar a confusão no PS M. Naturalmente que também acho que há por aí muita gente a se colocar a jeito... E em bicos de pés...Vá lá, era importante que houvesse bom senso em tudo o que se está a passar. Dividir é fazer o jogo do adversário e encontrar plataformas de consenso é cada vez mais urgente, com independentes, sem independentes,...União, convicção, organização e estratégia é indispensável nesta altura para o interesse da Região e de todos os envolvidos...
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Preocupação
Pois, pois,...
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Sondagem
Tendo presente que o Senhor Leonel de Freitas deverá ir à ALRAM, conforme prevê a lei, brevemente e sabendo que já circulam na blogosfera madeirense alguns comentários sobre esta matéria com algumas sugestões de perguntas ao director, inauguro hoje uma sondagem sobre a isenção e pluralidade do Senhor Director Leonel de Freitas.
Os deputados de AJJ em Lisboa
Amanhã, em pouco tempo, será a segunda vez que os deputados da república do AJJ, eleitos pelo AJJ, votarão contra os deputados da Madeira, eleitos por AJJ. Sim cumprirão a disciplina de voto de Santana Lopes e Filipe Menezes. Ou seja, estão-se nas tintas para as orientações do AJJ, não afrontarão o GRANDE Filipe Menezes! Parece estranho: tanta coragem mas depois é o que se vê!!! Aguardo pela reacção da ....
Descalabro
A noticia do público, após um excelente trabalho de investigação de Tolentino, não deixa margem para dúvidas: "há lodo no estádio dos barreiros". Ainda voltarei a este assunto, mas não posso deixar de sublinhar o seguinte: onde vamos parar com tudo isto? Ninguém com responsabilidade de cumprir a lei reage a estas matérias? São pouco importantes? Não são prioritárias? Afinal estamos numa ilha sem rei nem roque. Curiosamente, a imprensa regional, até agora, nem uma palavra sobre esta matéria. A RTP e RDP Madeira, que tem responsabilidades de serviço público, que tal organizar um debate sobre tudo isto? Estão à espera de quê? Depois admiram-se que sejam apelidados de desonestos...Espero que percebam onde quero chegar... Na volta organizam um debate com o Carlos Pereira do Marítimo, o Rui Alves do Nacional (que recebeu 20 milhões e tem de estar calado!) moderado pelo Secretário responsável (?) por esta bronca! (dado que AJJ não sai da quinta...). Tudo branquinho....
Bem visto...
Miguel Fonseca sugere a utilização de um espelho para a ALRAM. Compreendo e subscrevo a critica de Miguel Fonseca. Uma das consequências mais evidentes deste paradoxo é o facto dos deputados da oposição aparecerem de costas na RTP Madeira.
Sendo assim, é legitimo dizer que apesar da culpa da RTP Madeira em manter este estado de coisas: deputados de costas para os telespectadores (num fundo, um representante do órgão mais importante da autonomia da Madeira), a própria Assembleia e o seu Presidente tem responsabilidade em nada fazer para garantir a existência de "imagens de igual estatuto para todos". Não se compreende a total passividade do Presidente da ALRAM...Ou melhor, até percebo...
Também o marítimo...
O marítimo quer fazer uma zona comercial no estádio que lhe foi "oferecido" pelo GR. Agora nem quero discutir essas condições da oferta (altamente suspeitas e discutíveis, como se sabe!) mas alertar para esta ideia de mais uma zona comercial!!! É só planeamento...
Descalabro
Só a Socidedade Metropolitana irá construir nos próximos tempos o seguinte (pelo menos divulgado...):
Aquário no Porto do Funchal ?????
Casa da Orquestra???? (apesar do acordo do GR com o Pestana da utilização da sala do casino pela orquestra (como contrapartida de várias vantagens conhecidas) o mesmo GR prepara-se para lhe aliviar esse fardo!!!!???? - gestão justa e competente!
Pavilhão Multiusos????
Centro de Tecnologia e Inovação e Museu de Imagem???
Se alguém for capaz, explique onde está o contributo para a necessária diversificação da economia?! Quantos milhões...São obras prioritárias? Não era melhor uma análise global das necessidades de infra-estruturas para não fazer mais do mesmo e de má qualidade, sem nenhum efeito potenciador da economia, a não ser no curto prazo (durante a construção da obra)?
Descalabro II
Em Machico existe uma obra "faraónica", o Fórum Machico, feito pela Sociedade Metropolitana, da responsabilidade do Vice Presidente. Custou muitos milhões, nada funciona (ou quase nada), o último espaço a fechar foi o cinema (depois de um investimento em equipamento "topo de gama"). Muito perto dali está em construção a "Casa da Música", da responsabilidade de Santos Costa, e que custará mais uns milhões. Perto do Caniçal está em construção o museu da baleia, com um auditório para 400 pessoas. Também da responsabilidade do Governo Regional. No Porto da Cruz existem dois novos centros cívicos... Para quê? Está (quase) tudo vazio, sem estratégia de utilização. A questão é Ninguém presta contas a ninguém? A dívida destas sociedades já é de 500 milhões de euros...Uma brincadeira!
Descalabro
Parabens
O Diário de Noticias da Madeira fez uma alteração à sua última página. Gostei da mudança. Parabens. Espero que se mantenha as duas linhas de Luis Calisto.
Curioso!
O comentário da Lilia Bernardes é pertinente, até porque na Madeira isto tem passado despercebido. Mas, mais relevante ainda é a pergunta da Lilia: como pensa actuar o GR sobre esta matéria?
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Sossego na Madeira


Piada de Carnaval
Na verdade é capaz de ser uma piada de carnaval. Só assim se compreende as parangonas do DN Madeira: “Acção Popular origina falência e desemprego”. Esta leitura só pode ser uma brincadeira de mau gosto do autor da peça, o que me parece pouco provável porque conheço a credibilidade do Emanuel Silva, ou então uma tremenda infelicidade na decisão do título da responsabilidade do próprio DN Madeira. Então a falência de uma empresa, que violou a lei, é da responsabilidade da justiça que actuou de acordo com a legalidade? Vou ser mais explícito e perguntar o seguinte: quantas empresas foram prejudicadas porque não violaram a lei e tiveram concorrência desleal daquela que a violou, como é o caso? E já agora, por isso, quantos empregos não foram criados? Mais. Se era ilegal porque razão a autarquia autorizou o empreendimento? Mais. Autorizou a todos ou só a alguns? Se assim for, parece evidente que está a favorecer os piores, aqueles que não cumprem a lei, que são menos eficientes, que não contribuem para o aumento da produtividade. O que quero dizer é que além da dimensão moral e ética da corrupção existe outra muito importante e que muitos, por desconhecimento ou por interesse, ignoram: a dimensão económica. Na verdade a corrupção é um dos principais factores que prejudicam a produtividade e, por essa via, a competitividade. Favorecê-la, em que circunstância for, é penalizar a produtividade. Ora, a orientação do título do DN não é correcta. A corrupção não é um factor de criação e emprego e, muito menos, o seu combate um factor de desemprego.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Humores, ou...
Portos da Madeira...
Vou explicar: toda a peça é feita com base na legislação em vigor, legislação essa cuja responsabilidade é do Governo Regional. Ora, como é sabido e como se percebe pela análise do "jurista independente" está recheada de entraves à entrada. O que se exige do GR é que altere esta legislação de modo a garantir a entrada de outros concorrentes. Mais. Parece óbvio, contrariamente ao que diz a peça, que o mercado não funciona e que existem fortes entraves à concorrência, precisamente o contrário que diz o DN Madeira. Esses entraves foram criados pelo GR e é possível destacar, de entre eles, todo o equipamente hoje nas mãos do operador portuário que foi cedido em condições absolutamente favoráveis (era bom o DN investigar essa matéria ou recuperar uma noticia feita há alguns anos...) ao grupo Sousa e que, agora, essa legislação exige que qualquer outro interessado tenha de adquirir equipamento equivalente. Aliás, o que se esperava era que o GR ficasse com o equipamento (adminstração dos portos) e cedesse em condições identicas a todos os operadores que quisessem trabalhar no porto da Madeira. Era assim que devia funcionar um governo sério e interesssado em anular um dos principais entraves à economia regional. É possível ainda avaliar o quanto é mirambolante a legislação sobre os trabalhadores portuários. Os entraves são deliberados e fazem parte de um esquema de muitos anos entre os mesmos actores com a permissão do GR. A transferência para o Porto do Caniçal que devia servir para criar as condições para melhorar a competitividade do nosso porto, serviu para reforçar o monopólio adminstrativo que Santos Costa mantém há muitos anos... Esse monopólio tem consequências graves nos transportes terrestres de mercadorias, após a abertura do Caniçal, e permite a cartelização dos fretes. Verifica-se uma quase perfeita verticalização do problema: operação portuária, fretes e transportes terrestres.
Mais. Qual a contrapartida para a Região deste magnífico negócio que há alguns anos atrás rendia 5 milhões de euros de lucro?
A verdade nua e crua é esta: esta infeliz situação é grave, muito grave e tem demasiadas pessoas envolvidas. Na minha opinião, já não vai lá com "denúncia pública", é preciso mais. Muito mais, doa a quem doer. A competitividade da Região está em causa e o que se passa no porto ultrapassou os limites da moral e da ética...Estamos quase num patamar de sobrevivência da economia regional...
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Esclarecimento
Porto Santo: perigo
Fly MI
Espero estar completamente enganado mas parece-me que a FLY MI, a nova companhia aérea com capitais madeirenses, ainda vai dar que falar e pode não ser pelas melhores razões. Espero que não...Espero que o mercado funcione. Espero que seja uma abordagem consciente nas vicissitudes do mercado madeirense...Algum secretismo em torno desta matéria e alguns silêncios são, inevitavelmente, comprometedores...Veremos!
Não deve ser negligenciado
O Miguel Fonseca colocou o dedo na ferida e, dadas as circunstâncias, é um assunto que deve ser conveninetemente escamoteado até às próximas eleições. É fundamental entender com que linhas podemos estabelecer uma estratégia que permita retirar a Madeira deste descalabro governativo e desta opressão anti-democrática de um regime podre e perverso...
Leonel na ALRAM
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Muito preocupante
Onde já vi isto...
Ricardo Vieira voltou a pedir escusa na votação do "hotel de charme" dos irmãos chaves. Este Senhor vereador também havia feito o mesmo na altura das obras ilegais do hotel CS, onde aliás foi interposta uma queixa crime, pelas mesmas razões: é advogado dos interessados!? Eu estou confuso. Parece-me ter ouvido recentemente o Senhor Dr. Ricardo Vieira anunciar a sua saída da política em conferência de imprensa. Não me digam que o fez com dois anos de antecedência!? Ou arrependeu-se? Ou ainda tinha algumas "escusas" para solicitar? São por estas e por outras que me faz alguma confusão que algumas pessoas usem a igreja católica, de uma forma descarada, para se colocar num patamar de ética e bons costumes que nada têm a ver com a sua prática...
Desconforto
AJJ chegou à MAdeira com um monte de nada. Provavelmente é melhor o GR passar a enviar o Vice Presidente ou outro qualquer para estas reuniões...Já ninguém lhe liga e, estou certo, que dentro do PSD M, isso começa a ser evidente. Já me falam de desconforto entre as hostes. Pudera!
Concordo com Daniel
Daniel Bessa agradece o contributo de Correia de Campos para a melhoria de gestão do SNS. Concordo em absoluto até porque embora podendo discordar da forma, o seu conteúdo é porventura o melhor contributo de reforma da saúde que Portugal alguma vez assistiu...Esperamos que as ideias de Correia de Campos se mantenham...
Marosca na CMF
Confesso que tenho sérias dúvidas da legalidade da resolução do governo que permite a tal simplificação do PDM e que, até ao momento, já permitiu Melia, Pestana, e agora, irmãos chaves safarem-se das "tropelias urbanisticas". Aliás, todos os que têm situações semelhantes deverão também beneficiar desta "linha verde" que Albuquerque engendrou com João Rodrigues, o tal que alguns dizem estar a fazer um bom trabalho. Só se for a enterrar ainda mais o planeamento da cidade do Funchal!
Tudo isto merece reflexão profunda e deve ser equacionado no quadro das afirmações de corrupção que todos conhecemos...
Tanta incompetência
O que se passa na governação madeirense é grave. Muito grave. Então o Secretário dos Assuntos Sociais anuncia a perda de subsidio aos enfermeiros, depois é desautorizado pelo Presidente, que entretanto diz desconhecer o subsidio dos médicos, e nada se passa!? Isto é verdadeiramente escandaloso. Estamos perante uma governação à deriva e já poucos têm "pachorra" para fazer algo para não afundar...Mais. Não estamos apenas perante questões de gestão ou insensibilidade ou mesmo justiça, estamos perante um verdadeiro "DESNORTE"! Não há estratégia para nada, a governação é reactiva, os atropelos são frequentes é uam espécie de salve-se quem puder...
Isto é muito preocupante. AJJ já não dá conta do recado, isso é mais do evidente. Quanto aos Secretários é vê-los meter água "dia sim, dia sim senhor"!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
o spining de AJJ
Já afirmei e volto a repetir. Não vou fazer nenhum comentário sobre a moção de AJJ. Não me interessa e aconselho toda a oposição a ligar muito pouco a este esquema de AJJ. O homem tem de governar, tem problemas para resolver, tem soluções (ou pelos vistos não!) para apresentar e, por isso, deve é governar. Quanto à oposição, tem a obrigação de exigir que o Presidente do Governo governe e não permita que o Senhor faça spining para desviar a atenção para coisas de importância secundária.
Na Madeira não resulta
O DN de hoje diz que as finanças vão poder (ou dever) informar o ministério público de sinais exteriores de riqueza. A questão é, no contexto do regime da governação PSD, que efeito terá na Madeira? Alguém acredita que com a regionalização das finanças esta medida terá algum valor?Vou ser mais claro. Estão a ver o Senhor Director Regional das Finanças acusar o Senhor Jaime Ramos de sinais exteriores de riqueza? Ou, se preferirem, o Senhor Secretário Regional Santos Costa,...Enfim, só para exemplificar...
É triste...
Infelizmente, esta é a forma que algumas pessoas, de alguma oposição, encontram para dar tiros nos pés. Enfim, talvez não, caso o objectivo seja um "oportunismo miserável" na senda de uns votos roubados à oposição e não ao partido de poder, como devia ser num processo sério e onde efectivamente esteja em causa a luta contra um regime podre opressivo e anti-democrático, como é o caso da governação madeirense sustentada numa certa comunicação social que todos conhecemos. Pelos vistos alguns "ditos" opositores estão confortáveis com isso mesmo...Espero estar enganado e, sobretudo, conheço algumas pessoas da mesma linha partidária que não me parece pensarem assim...Pelos menos assim espero...
Albuquerque
Recentemente li, algures, Miguel Albuquerque indignar-se com políticos que são carreiristas!? É verdade, parece mentira. A questão é: afinal o que fez até hoje o actual Presidente da CMF? Não me venham com a história que trabalhou num escritório de advogados, estou certo que compreendem o que digo?
Até quando?
Independência
Como era de esperar 80% dos visitantes deste blogue, na sondagem efectuada, não concordam com a independência...Enfim, só AJJ gosta de transformar um tema desta seriedade numa arma de arremeço político tentando transformar os madeirenses em perfeitos imbecis...
Alerta
A corrupção volta a esta na ordem do dia, desta vez pela mão do novo bastonário da ordem dos advogados. O que me parece bastante relevante é que o Dr. Marinho mostra convicção e parece absolutamente decidido em fazer um papel de denúncia sobre uma matéria tão importante como a corrupção que corroi a democracia no nosso país e provoca um efeito perverso na produtividade. Este é um assunto muito sério. Era bom que o país desse a devida importância.
Mas quero falar da corrupção da Madeira e lançar um alerta àqueles que acusaram o PS M de radicais, de lançar falsos testemunhos, de acusar e não dizer nomes, que agora se pronuninciem, em coerência, com esta tomada de posição. É incoerente tomar posições distintas para afirmações semelhantes, só porque se trata da Madeira e se trata do PS. Mais. Desde a campanha eleitoral no Funchal, em que fui candidato à Câmara, que afirmei, preto no branco, as evidentes suspeitas de corrupção. Mas fui mais longe e disse nomes, afirmei de quem estava a falar. Ninguém quis ouvir e, sobretudo, reuniram-se os interesses habituais para tentar o óbvio assassinato politico. Mas o que é curioso é que os supostos inocentes que na altura referi não me colocaram em tribunal, como alguns chegaram a ameaçar (familia Ramos, Sousa,...). Porquê? Enfim, "fui preso por ter cão mas também seria por não ter".
Alguns ignoraram deliberadamente que pouco tempo depois as audiotorias à CMF vieram a me dar razão. Eu estava certo, além das suspeitas havia evidentes ilegalidades. Mas muitos e, sobretudo, os pilares de sustentação deste regime, quiseram esconder, ocultar, disfarçar a gravidade do que se passou, e se passa, na maior autarquia da Madeira.
O que algumas pessoas, e algumas entidades, querem é que algo mude para ficar exactamente igual ou então tentam desviar a atenção para a república com frases do género "mas também há corrupção no continente...!", tentado que a Madeira mantenha o clima de total impunidade que mina profundamente a democracia, o bem estar das pessoas e o desenvolvimento económico.
Marinho Pinho é bem vindo, o seu discurso não é novo, mas era bom que nos concentrássemos na balburdia que se passa na Madeira e transformássemos esta terra não num case study de corrupção mas sim num exemplo de luta contra a corrupção. Contem comigo!
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
task force
Mais uma noticia sobre assaltos no Funchal. Onde pára a CMF, o GR e a indespensável task force com a PSP para encontrar soluções para este flagelo?
Corrupção
O novo Bastonário afirma não distinguir a Madeira do resto do país em matéria de corrupção. Também era o que faltava!? Parece que andaram para aí uns senhores a tentar que o novo bastonário desse a medalha de bom comportamento à governação regional. Mais. Estou convencido que a Madeira pode muito bem ser um "case study" nacional em matéria de corrupção...
E a inovação?
O Governo Regional não tem soluções para aumentar os níveis de inovação na Madeira. Enfim, para tentar gastar uns dinheiros nesta matéria, e procurar subir num qualquer ranking, vai dar mais computadores...Estamos bem arranjados...
Um problema
A Senhora Secretaria esteve na FITUR (feira de turismo de Madrid) mas saiu antes de chegar o Manuel Pinho e Bernardo Trindade. Confesso que tenho andado por cá e ainda não a vi. (Aliás, esperava uma visita dela dado não estarem muitas empresas madeirenses com stand prórpio (2 ou 3) nesta feira.) Tal como já havia acontecido na Madeira no âmbito da conferencia dos transportes. É por estas e por outras que AJJ terá que "partir muita pedra" com Silva Pereira. Confesso que acho que já não vai a tempo...É um problema para a Madeira!

































