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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Sobre o Magalhães: quem é impostor?

Tenho observado uma certa histeria da parte dos opositores da dinâmica governativa do Sócrates a propósito do Magalhães. Vale a pena perguntar a essas pessoas o que têm a dizer sobre a VW que é montado em portugal, a citroen que é montado em Portugal, a renault que já foi montado em Portugal (avalie-se a razão da forte concorrência de todos os países em atrair essas multinacionais...). Com a montagem veio a indústria de componentes e com ela a criação de um cluster automóvel moderno e competitivo... O mesmo se passa com a montagem de computadores. Com esta, vem a indústria de conteúdos. Bem mais interessante, com mais valor acrescentado e com muita inovação. Será assim com o Magalhães. Os conteúdos serão portugueses e as nossas empresas já trabalham nessa matéria.
Ser impostor é (também) esconder a verdade...

sábado, 23 de agosto de 2008

Sobre a evolução da economia portuguesa

Nicolau Santos, na sua crónica habitual no Expresso, confirma a criação de mais de 133 mil empregos desde 2005. Além disso, refere o que é evidente: a economia portuguesa cresce menos mas as suas congéneres europeias ainda estão com mais dificuldades: Espanha, França e Reino Unido, três colossos europeus, estão a passar sérias dificuldades. Não tivesse sido o sentido reformador do Eng. Sócrates e estaríamos numa situação catastrófica. Era só ter deixado o país nas mãos de Santana Lopes e Paulo Portas!

quarta-feira, 26 de março de 2008

Não se deixem enrolar...


A insularidade da Madeira (e também a dos Açores) tem sido argumento suficiente (e bem) para o recebimento de milhões e milhões de euros quer seja da república (IVA mais baixo, subsídios de insularidade) quer seja da UE (como por exemplo poseima etc.). Ora o que foi aprovado hoje na ALRAM, por proposta do PP, é apenas uma parte do problema (cálculo dos custos da ultraperiferia) e este nem é o aspecto mais importante porque esse cálculo já está feito. O mais relevante é saber a razão fundamental para, ao longo destes anos e apesar dos milhões que a Madeira recebe e recebeu, esses não tenham tido um efeito positivo na vida das pessoas. Ou seja, não é repercutido ao consumidor final os efeitos desse dinheiro. A prova é que a RAM tem um dos custos de vida mais elevados do país, mesmo com IVA mais baixo, mesmo com POSEIMA, mesmo com subsidios de insularidade. Estou certo que se o governo do PSD da Madeira aplicasse boas políticas de utilização desses dinheiros (fiscalização e combate à corrupção!) o panorama seria completamente diferente. Portanto, não vale a pena atirar areia para os olhos: a república e a UE já cumprem parte do seu papel, o drama é que o governo autonómico do PSD usa o seu dinheiro para alimentar interesses de uma madeira nova que não representa todos os madeirenses.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Porto e transporte marítimo


Amanhã será discutido na ALRAM a questão do transporte marítimo e, em particular, a atípica situação da operação portuária no Porto do Funchal. Gostava de acreditar que o autismo deste governo acabasse de uma vez por todas e que os madeirenses pudessem estar sossegados que, agora, com a Secretária Conceição Estudante, o governo do PSD vai passar a pensar mais nos madeirenses e menos nos negócios do grupo que explora em condiçõe excepcionais o Porto do Funchal e, por essa via, todos os madeirenses: empresas e familias. Até quando? Já lá vão quase 20 anos de promessas, de mentiras, de traquinices perversas, de esquemas, de malandrices...Queria acreditar, mas...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Mais rigor


Brazão de Castro debita números e usa truques para dizer que os rendimentos dos madeirenses são superiores à média nacional. Esqueceu-se de referir que a distribuição da riqueza também é a mais injusta e que, caso a produtividade que a RAM apresenta se reflectisse nos salários dos madeirenses, estes deviam ser 12% mais elevados que os do Continente. Infelizmente, esse indicador está empolado pelo efeito da Zona Franca, como penso que o Senhor Secretário sabe...Quanto ao desemprego a realidade é dura: a Madeira é a região onde o indicador mais cresceu. Além disso, existe um conjunto de outras variáveis que deviam ser analisadas nesta situação, como seja a saida de imigrantes e o aumento dos emigrantes...Esta análise pode surpreender, o problema é onde estão os dados. A direcção regional de estatística segue a política do governo: esconde para manter o status quo...

Assombro

A Secretária Regional do Turismo demonstrou hoje no Telejornal que nem ela sabe o que quer para o turismo no Porto Santo. Acabou a dizer que é preciso alternativas à Praia! Que assombro!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Boa notícia

Esta é uma boa noticia para o bom funcionamento do mercado num sector cada vez mais dominado ("quase monopólio") pela Microsoft: "...O conselho de administração da Yahoo rejeitou a oferta pública de aquisição (OPA) da Microsoft, sustentando que ela "desvaloriza imenso" o valor da companhia. A notícia foi on- tem publicada na página de Internet do Wall Street Journal, que cita fontes ligadas ao negócio...." in DN

sábado, 19 de janeiro de 2008

Imoral

É verdadeiramente imoral a forma como alguns bancos negoceiam a saída de quadros dirigentes. O Público de ontem informa que Paulo Teixeira Pinto abandona o banco com 10 milhões de indemnização e uma reforma de 35 000 euros por mês. Poder-se-á pensar que ninguém tem nada a ver com a forma como empresas privadas remuneram os seus quadros. Devo dizer que discordo e sobre isso valeria a pena ler o artigo de opinião de José Manuel Fernandes no Público de ontem para entender melhor esta minha tese. Na verdade basta sublinhar isto: "a banca é dos sectores privados da economia portuguesa que melhor privatiza os ganhos e socializa os prejuízos" ...

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Falhanço

Hoje o DN Madeira apresenta a Madeira Capital, uma sociedade de capital de risco com a gestão do BANIF e com fundos públicos. O que Miguel Torres Cunha não escreveu é que esta sociedade existe desde 2004 e só aprovou 3 projectos, sendo que um deles, a empresa MOVE, tem hoje a sua sede no Estoril. É preciso dizer com clareza: este projecto é um falhanço notório. Sabem porquê? por 3 razões de fundo: colocaram um banco a decidir matérias que tem a ver com a política pública, transferiram a gestão do fundo para o exterior, não desenvolveram projectos de empreendedorismo a jusante de modo a fazer emergir mais e melhores projectos. Assim não chegam lá!

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

A diferença é enorme...


Mark Zuckerberg é o "dono" do site http://www.facebook.com/. Este Senhor tem apenas 23 anos e saltou para a ribalta quando a yahoo ofereceu 1000 milhões pelo negócio do estudante de Harvard. Mas o que eu gostaria de destacar nesta matéria é a circunstância deste jovem ter conseguido obter para a sua empresa cerca de 12 milhões de euros em capital de risco. A questão que se coloca é quantas capitais de risco em Portugal apostavam num projecto de um jovem de 23 anos e ainda por cima uma ideia apenas "mais ou menso inovadora"? Na verdade aqui reside a diferença. O contexto de negócios e empreendedorismo em Portugal não tem comparação com os EUA e outros locais mais empreendedores no mundo. Ninguém aposta verdadeiramente no empreendedorismo e usa o capital de risco de forma séria e inovadora.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Luigi na RTP III

Não percebi bem aquilo dos planos que, segundo Luigi, ele falava, falava mas parece que foi mal compreendido, por isso parece que se calou... Não percebi bem do que falava, alguém me sabe explicar? Depois disse que Portugal tinha que ter cuidado com o crescimento da oferta hoteleira, conforme afirmou recentemente o Secretário Geral da WTTC. Pareceu-me algo contraditório. Ou não?

sábado, 15 de setembro de 2007

Até tem razão, mas....


Concordo em absoluto com o que disse o Presidente da República Cavaco Silva: "As PME merecem, exigem e justificam uma atenção particular dos poderes públicos." Infelizmente nem tudo está a ser feito de forma adequada, nem pela Presidência da República. Por exemplo continuo sem perceber como é que nas missões empresariais conduzidas pelos governos estão presentes sempre os grandes: aqueles que à partida têm melhores condições para lá estar sozinhos ( têm capacidade financeira para estabelecer contactos a alto nível e pagar assessorias que consolidem o esforço de internacionalização). Mas sobre esta matéria Cavaco Silva não tem desculpa: as missões que organizou também cometeu o mesmo erro: não criou condições para abrir portas a muitas PME's portuguesas inovadoras e cujo mercado internacional é determinante para o seu crescimento.

Deixem que vos diga que, neste caso, é preciso dizer que a suposta diplomacia económica é uma fraude: é bonito ouvir falar disto mas, na prática, tudo o que se fez até hoje é um bluff.