sábado, 13 de dezembro de 2008

Jardim e os seus gastadores

(...)“No antigo regime Francês, Luis XV (...) Sentindo a necessidade de estimular a despesa assegurou os serviços de peritos gastadores como a Madame Pompadou e a Madame Du Barry. Ambas trabalharam com inultrapassável eficiência...E assim o bem estar devia ter sido a conseqüência . Porém, a verdade é que, ao contrário, encontramos miséria, vergonha e, finalmente, um mar de sangue” e Sumpether termina escrevendo com ironia “mas isso foi pura coincidência”.
Eu acrescento que nesta história há algo de muito familiar a todos nós. Seria difícil escolher os homólogos da Madame Pomapadou e da Madame Du Barry no regime do PSD da Madeira, entre tantos especialistas nesta arte de gastar mal os dinheiros públicos. Mas, sendo que AJJ deve-se rever em Luis XV, até porque eram conhecidos os seus dotes autoritários e sua tendência absolutista, os seus gastadores mores só podem ser João Cunha e Silva e Jaime Ramos. Um e outro de forma diferente e em posições distintas, mas os dois culpados.
Interessa pouco saber qual deles é mais parecido com a Madame Pompadou ou com a Madame Du Barry. Os dados que chegam hoje ao mundo contemporâneo apenas reflectem uma caraterística comum às duas senhoras deste Antigo Regime Francês: gastadoras incessantes do dinheiro público e isso é, infelizmente, comum a ambos os especialistas de Alberto João Jardim. (...)
parte do discurso do ORAM 2009

1 comentário:

Maria Henriques disse...

jardim o carnaval e os milhões


Jardim saiu mais menos bem disposto do que entrou mas mesmo assim saiu de carnaval na boca que aquele homem do que gosta é mesmo da festa.

http://apombalivre.blogspot.com/2010/02/jardim-o-carnaval-e-os-milhoes.html