sábado, 11 de outubro de 2008

A corrupção não é abstracta

A corrupção na CMF atinge proporções inimagináveis. Noutras circunstâncias, jamais Albuquerque, nº1 da autarquia há 12 anos, que na sua governação gerou "gente" com epitáfio de "500", poderia sequer aparecer para dizer as baboseiras que temos assistido sem antes justificar, muito bem, o que andou a fazer. É por este tipo de impunidades (desta gravidade) que o défice democrático é bastante mais grave e consequente do que os mais cépticos comentam....Só assistindo para acreditar!

1 comentário:

Gregório Alves disse...

Albuquerque interveio de forma desregrada nas chamadas Zonas Altas (e baixas) do Funchal. Fomentou e promoveu o caos urbanístico em despejar materiais de construção a pretensas familias necessitadas. O resultado foram sobretudo AUMENTOS DE MAIS UM ANDAR, quando o objectivo era requalificar o edificado com coberturas conferindo-lhe dignidade e melhor habitabilidade.
Quando a Câmara é a promotora, os regulamentos urbanísticos são facilmente contornados e nem há embargos. Faz o que eu digo, não faças o que eu faço!