quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Apetece-me relembrar isto...
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Infelizmente temos um governo inimputável
Afinal todos os partidos da oposição que propuseram comissões de inquérito tinham razão. Afinal há responsabilidades políticas. Afinal é preciso que a culpa não morra solteira. Ou será que as conclusões do estudo não têm, mais uma vez, consequências. Infelizmente o governo da RAM é inimputável e isto acaba por não ter as consequências devidas nem sequer na própria reconstrução.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
BASTA
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Os mercados já não são o que eram!
sábado, 6 de novembro de 2010
Luis Calisto e a treta do Dr. jardim
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
As opções de ruptura são indispensáveis
Na ACS o PS Madeira apontou o único caminho possível: um orçamento de ruptura que crie condições adequadas para a competitividade da nossa economia regional, garantindo a criação de emprego e riqueza.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
O Orçamento Regional vai transferir em 3 anos 485 milhões para a Via Litoral e Via Expresso
A gestão dos dinheiros públicos tem de ser mais ponderada e rigorosa. Lucros de 19 milhões de euros nas duas concessões rodoviárias em 2009 é obsceno e tem de merecer alterações significativas de modo a obter margemd e manobra para garantir a defesa dos interesses dos madeirenses. Infelizmente parece que o PSD Madeira quer manter os lucros da Via Litoral e Via Expresso e assim ter de baixar os salários dos funiconários públicos. Então vale a pena perguntar: a manifestação dos madeirenses deve ser contra quem?
A confusão deliberada de alguma oposição...
Vamos falar claro: é ou não verdade que a Madeira é uma região com condições especiais por isso é considerada ultra-periférica? É ou não verdade que essas condições permitem auferir vantagens acrescidas quer da república quer da UE: IVA mais baixo, poseima,possibilidade de impostos mais reduzidos, apoios à ultraperiferia? Sendo assim é ou não verdade que o que se aplica no país não tem de ser aplicado, na íntegra, na RAM? Sendo assim é ou não verdade que se justifica que se aprove opções para o Continente diferentes das opções para a Madeira? É claro que sim, por isso aqueles que procuram contradições na actuação do PS Madeira devem reflectir e colocar a mão na consciência...
Vale a pena ler o meu amigo André Escórcio
As energias da oposição têm de ser concentradas na luta contra o regime Jardinista, conforme refere André Escórcio
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O patético tabu do PSD
O PSD alimentou o tal tabu que poderiam votar contra o OE. Eu sublinho: pelo que ouvi e vi do Dr. Jardim e de outros ilustres do PSD Madeira só podiam votar contra. Afinal abstiveram-se. Claro, é óbvio que este era o único caminho possível, o resto é propaganda miserável. Mas cai quem quer!
Os efeitos do OE dependem do ORAM...
Observo com apreensão o desassossego dos partidos da oposição na Madeira face ao OE. Será que alguém pode explicar que as consequências do OE na Madeira depende do Orçamento Regional, i.e., do Governo do PSD? Sendo assim, era interessante que as energias dos partidos da Região fossem colocadas na garantia da defesa dos madeirenses e essa só é obtida no quadro do Orçamento da RAM!Ignorar esta verdade indefectível é atirar na trave e dar uma machadada em si próprio: são partidos dispensáveis na RAM...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O PS Madeira apresentou um projecto alternativo
O carrasco da autonomia quer atirar austeridade sobre as familias mas não sobre ele próprio!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Um governo aos solavancos
O Dr. Cunha e Silva de vez em quando lembra-se que tem responsabilidades na economia (lá de meses meses!) e então desata a apresentar medidas, quase sempre a vulso e na maior parte das vezes (infelizmente) desintegradas da necessidade de devolver confiança e competitividade à economia regional. Agora, acabo de ver no DN on-line que apresentou apoios para as empresas se deslocarem para os parques empresariais. É isto que se chama uma proposta na trave. Entre milhares de problemas que as empresas da Madeira estão confrontadas o Vice lembra-se de encontrar uma solução para resolver um problema DELE: encher os parques empresariais. Lamentável. Esperava-se um verdadeiro programa de dinamização da economia e de diversificação do nosso padrão produtivo. É disto que depende o nosso futuro e para isso era preciso mais economia e menos finanças.
O Governo do PSD desviará 77,2 milhões de euros em 2011?
Acho imensa graça a preocupação de alguns indivíduos com as transferências para a RAM e, sobretudo, o desalento (miserável) pelo facto do OE não prever reduções nem na lei de meios nem nas transferências resultantes dos apoios à ultraperiferia (salvo um valor pontual e quase irrelevante). A Madeira irá receber cerca de 200 milhões de custos de insularidade mais os 50 milhões da responsabilidade do Estado decorrente da lei de meios. Quanto ás restantes rúbricas dependem do esforço do Governo em dar seguimento a projectos e candidaturas, no caso do fundo de coesão e PIDDAC, no caso do BEI, de apresentar a candidatura, através do estado português.
Mas voltei ao tema porque são esses mesmos senhores, alguns com responsabilidades em alguns partidos da oposição, que não são capazes de "mexer uma palha" para perguntar ao Governo Regional onde está a sua parte da lei de meios. Aguardo para ver inscrito no ORAM 1/4 de 308 milhões de euros (77,2 milhões) que AJJ assumiu no âmbito da lei de meios.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
O resumo da governação do Dr. Jardim
O Governo Regional do PSD criou uma divida pública de 6 000 milhões de euros (que esconde com "unhas e dentes"), contribuiu para a falência de um Sector Público Empresarial, com uma dívida que ascende a 5 000 milhões de euros; deve 41 milhões às autarquias da Madeira, perdeu por irresponsabilidade 500 milhões da UE, desviou 300 milhões da lei de meios e estrangula em dezenas de milhões as empresas da RAM, pagando mal e a más horas aqueles que criam emprego e riqueza. Uma governação inqualificável!
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
A matança da autonomia
publicado no DN
Se AJJ aplica a austeirdade na Madeira, sem ser obrigado, tem de assumir todas as responsabilidades
domingo, 10 de outubro de 2010
O Povo da Madeira tem de saber que o PSD usa a autonomia para seu próprio proveito
O que o PSD quer esconder!
sábado, 9 de outubro de 2010
Pergunta ao movimento sindical da Madeira
Vamos lá ver se nos entendemos
No quadro da despesa é urgente a aplicação na RAM (medidas há muito solicitadas pelo PS Madeira) as iniciativas (previstas naquele plano) que permitem: diminuir subsidios que não tenham fins sociais e de apoio ao emprego; redução da despesa corrente (designadamente ao nível dos bens e serviços- rúbrica onde se encontra maior despesismo); encerramento de institutos e empresas públicas falidas; diminuição de quadros de gerência das empresas públicas; suspensão, e em alguns casos abandono, de investimentos sem viabilidade e/ou sem prioridade; corte radical nos apoios ao desporto profissional; corte nas transferências para empresas públicas; proibição do endividamento das empresas públicas;
O que o PS Madeira recusa liminarmente é o Governo do PSD da Madeira não actuar a este nível mas ter o desplante de acompanhar (sem ser obrigado) a redução dos salários e das prestações sociais todas pagas por Lisboa (sem as complementar com pacote suplementar!?). Portanto, pretendemos uma redução da despesa mas penalizando quem originou a situaçao em que a Madeira se encontra. Não sobe os que ficaram à margem do desenvolvimento. Sendo assim a não aplicação do plano defendido pelo PS Madeira no lado da despesa é apenas no que diz respeito a salários, carreiras e prestações sociais. O resto, o Governo Regional deve ir mais longe porque tem muito mais gordura (em termos proporcionais!) que a república!
No quadro da receita, estão previstas algumas medidas em que se destacam o aumento do IVA (que terá efeitos na Madeira) e o imposto à banca. Ora, neste quadro, a Madeira pode e deve penalizar aqueles que auferem concessões com lucros obscenos de modo a desviar receita para suportar a manutenção da despesa com salários e prestações sociais.
Além disso, está na altura de reduzir o IRS (designadamente nos escalões mais baixos) e o IRC de modo a contrabalançar o aumento do IVA. Estas medidas têm enquadramento juridico-constitucional e são determinantes para estimular o consumo e devolver confiança às empresas regionais. Não é certo que se verifique uma perda de receita com a redução do IRC. Pode acontecer que o estímulo provocado na economia (juntamente com outras medidas que têm de ser tomadas de garantia do aumento da competitividade das PME's regionais) permita até o aumento desta receita.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Os responsáveis dos problemas das Zonas Altas
No parlamento acabei de dizer o seguinte: a génese do problema das zonas altas reside nas opções do PSD no governo e na autarquia do Funchal. É preciso responsabilizar o mentor do fenómeno, o carrasco e o facilitador. O mentor foi Virgilio Pereira que iniciou a distribuição de materiais de construção sem qualquer plano; o carrasco é o actual Presidente que agarrou na ideia e tornou numa obsessão transformando esta atitude num oportunismo político sem limites concretizado através do incentivo ao aparecimento de associações que distribuem tudo a troco de votos. Mas neste cenário ainda vale a pena referir as responsabilidades do facilitador (AJJ) que durante largos anos permitiu e apoiou financeiramente esta catástrofe urbanística e financeira (sai hoje mais caro emendar os problemas de acessos, saneamento básico, electricidade do que se com planeamento tivéssemos uma politica séria de habituação social, com construções abaixo dos 350 metros). O 20 de Fevereiro podia constituir a oportunidade para o PSD emendar a mão e garantir a requalificação das zonas altas e a devolução da qualidade de vida às gentes do Funchal. O Governo e as autarquias do PSD chumbaram neste teste porque estão, mais uma vez, a cometer os mesmos erros, consolidando o desnorte urbanistico!
A tempestade perfeita na Madeira
O delírio
Quem não sabe deve estar caladinho embora eu compreenda que este é pago para liderar uma máquina de propaganda desonesta e a roçar o patético. A notação de risco da Madeira é igual aos Açores e inferior à repúbica (obviamente!) mas ainda há quem insinue que o CINM é que contribui para o país ser reconhecido nos mercados internacionais e assim obter divida a risco mais baixo. Isto é hilariante: a Madeira não consegue se endividar e o CINM está cá com beneficios para nós, mas para alguns esta praça não ajuda a Madeira mas sim a república! Um delirio quase colectivo...
A pergunta dos 300 milhões chegou a Lisboa
Parece óbvio que ninguém compreende esta fuga sistemática do PSD à fiscalização. Naturalmente que a génese desta política de terra queimada está no código genético promíscuo e aldrabão deste regime jardinista!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Desapareceu 300 milhões?
Para onde desviou, o PSD de AJJ, os 300 milhões de euros que eram para a reconstrução e que estavam previstos e acordados na lei de meios? Para a Via Litoral? Para a Porto Santo Line? Para a OPM? Para a Via Madeia? PAra o Estádio do Maritimo? Para o campo de golfe da Ponta do Pargo? PARA ONDE??????????????
Até onde vai o descaramento?
A RTP e RDP Madeira está a preparar um debate com sindicatos sobre as medidas de austeridade mas não deixa de ser curioso que este órgão de imprensa pública ignorou ostensivamente o orçamento da RAM para 2010 e o orçamento rectificativo na sequência da lei de meios. Foi por acaso? Não, agora é que dá jeito porque parece ser mais fácil bater no PS Madeira...
terça-feira, 5 de outubro de 2010
A autonomia dá a oportunidade ao Governo Regional de fazer diferente. Se o PSD não sabe como, basta ler esta noticia...
O Grupo Parlamentar do PS Madeira sabe como tirar proveito dos poderes da autonomia e tem a sua resposta para as 14 perguntas que fazem parte da interpelação a AJJ que, mais uma vez, não terá coragem para vir ao parlamento! O que tenho sérias dúvidas é se o PSD tem as respostas ou se as respostas que tem quer mesmo divulgá-las ao povo? Claro que não...
O cangalheiro do estado (e já agora também da RAM)
Numa altura em que o Presidente da República apela ao fim da crispação e da harmonia para encontrar as soluções adequadas o líder parlamentar do PS Madeira alerta bem para o comportamento absolutamente anormal do Conselheiro de Estado Dr. Jardim. Vale a pena ler aqui
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
O ultimato
As razões que fundamentam a não aplicação do pacote de austeridade
domingo, 3 de outubro de 2010
Eu não aplicava as medidas de austeridade na Madeira. Perguntem-me como?
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O melhor é entregar tudo ao Representante da República
Mais uma nota para o desgoverno regional
Uma nota suplementar, mas importante: os Açores não aparecem na lista, porque pagam a menos de 90 dias!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A austeridade abre portas para o despesismo descontrolado na Madeira!
O PSD M é um dos grandes beneficiados com as medidas de austeridade apresentadas. Não é apenas no desplante de fingir que na Madeira o rigor e a ponderação dos meios é exemplar, criticando dessa forma o governo da república; é também porque estas medidas permitem desbloquear o financiamento dos bancos e assim continuar o regabofe financeiro no governo da Região, através de mais endividamento!?
Medidas para minimizar efeitos do pacote de austeridade
Estou mesmo a ver o PSD a criticar o Governo da República mas a aplicar (aproveitando a boleia) as medidas austeras e com isso auferir mais receitas para fazer estádios e marinas que não funcionam!
Quem tem coragem de olhar para dentro de casa?
Desde empresas municipais, conforme se pode ler no DN Madeira, até à grande parte do Sector Empresarial da RAM o desastre financeiro é óbvio. A maior parte apresenta uma situação clara de falência técnica sem capacidade de fazer facee ás dividas contraídas. Estas entidades têm sido os instrumentos principais do GR para "desterrar o dinheiro que não temos" recorrendo a empréstimos que ninguém sabe como pagar. Mas, mesmo assim, as atenções dos governantes, de alguns políticos madeirenses e de alguma população vão (convenintemente) para Lisboa, como se a autonomia e o governo próprio da RAM seja neutro para o nosso bem estar. Ora, a verdade é que não é: a crise que vivemos na Madeira é agravada pela tremenda crise interna provocada por opções imponderadas do Governo Regional...
terça-feira, 28 de setembro de 2010
O povo concorda que o GR do PSD desterre mais de 50 milhões de euros num estádio de futebol?
domingo, 26 de setembro de 2010
Concordo
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Um governo embatucado
Parece existir um largo consenso na sociedade madeirense sobre o mau estado da nossa economia e, ao mesmo tempo, sobre a debilidade do governo liderado pelo Dr. Jardim.
Mas não deixa de ser curioso que este resultado surpreendente não corresponde a um desejo proporcional de mudança. Uma mudança política que arraste consigo alterações consistentes no modelo de desenvolvimento económico, tornando-o mais justo, mais empreendedor e mais competitivo.
Há como que uma armadilha na democracia madeirense em que o regime perante o desnorte e o descalabro encontra mecanismos para se auto-proteger.
Sabemos bem que o governo do PSD embatucou perante os desafios e, sobretudo, perante o confronto factual com o resultado catastrófico das suas políticas e promiscuidades.
Se juntarmos esta realidade à incapacidade de financiamento da Região, decorrente do excesso de endividamento e da descredibilização galopante da política financeira da RAM, estamos perante um cenário de deixar qualquer cidadão responsável e sensato com os nervos à flor da pele.
Quando precisávamos de uma governação forte, credível e ponderada; deparamo-nos com governantes politicamente fracos, sem credibilidade e insensatos. Quando era determinante identificar problemas, alterar opções e tomar medidas e iniciativas reguladoras da situação catastrófica em que nos encontramos; somos surpreendidos com o reforço dos disparates, a manutenção das asneiras e o aprofundamento do fosso entre o razoável e o meramente fantasioso.
Há por isso nesta certeza de um governo abobalhado e trapaceiro algumas dúvidas que merecem resposta:
(...)
Vale a pena descobrir o que responderia o povo aos problemas concretos da Madeira
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Onde estão os 300 milhões
É preciso que o Governo do PSD explique como pensa cumprir o compromisso assumido no quadro da lei de meios em que disponibilizaria cerca de 300 milhões de euros para a reconstrução. Passaram mais de 4 meses desde a aprovação da referida lei e o dinheiro do GR do PSD para a reconstrução não aparece. Entretanto vai pedindo aos outros para fazerem rápido o que ele (AJJ) não é capaz de cumprir!?
Um bocadinho mais de seriedade
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Um telejornal irrepreensível
A orientação editorial desta televisão é notável: abertura do telejornal com a festa do pero! Oportuno e inquestionável(?). Depois o ano escolar. Mas não uma visão de alerta para as carências e deficiêncas da educação na Madeira. Isso seria maçador e não prioritário. Antes uma descrição melodiosa do que fazem as autarquias do PSD em termos de educação. Isto sim louvável e oportuno. Depois o PCP. Surpreendente (mesmo!)... Vamos nos 12 minutos e o tema é a Estação de Biologia Maritima. Na verdade na Madeira o que é mesmo relevante nesta altura são as novas espécies encontradas nos nossos mares. Agora o inesperado: as reuniões de AJJ com as autarquias. Vou mudar de canal antes que apareça o eco do artigo de opinião de AJJ no Jornal da Madeira!?
Uma tristeza
As lideranças da RTP e RDP Madeira já definiram a sua estratégia: primeiro foi preciso afastar todos aqueles que eventualmente pudessem ter alguma simpatia pela oposição; a segunda iniciativa foi juntar alguns que por um lado dêem garantia de um bom tratamento ao regime (principalmente ao PSD mas não só!) ou aqueles (e aquelas) que dado o seu contexto pessoal estavam em condições de exigir, mesmo sem condições efectivas para o efeito; depois basta fazer eco do Jornal da Madeira (sobretudo, e só, artigos de opinião de AJJ!) e manter uns programas de informação liderados por gente que sabe até onde pode ir!
Com este cenário não há que enganar, teremos "o mesmo e mais forte"!
A convergência na acção é possível
A Plataforma Democrática abriu espaço para uma discussão aberta e franca sobre o estado do regime e o papel da oposição. Agora é fundamental concretizar os anseios mais óbvios dos partidos que têm se aproximado do conceito de convergência e para isso este novo "salto" pode ser a solução que faltava para prosseguir e alimentar a nossa esperança.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
A "renovação"(?!)
O Dossier de imprensa está de volta e terá como pivot o director de canais (sabe lá Deus o que isto é!) da RTP Madeira, o jornalista Gil Rosa. Entretanto, o programa Parlamento (que envolve os deputados à AR) passará a ser conduzido pelo jornalista Roquelino Ornelas. Quanto ao programa sobre o Parlamento Regional ninguém sabe nada. Claro, uma televisão da Madeira não tem interesse nenhum discutir os assuntos da Assembleia Legislativa da RAM. Tudo isto é um mimo!
Serenidade entre PS e PCP é um sinal positivo
Sublinho da reunião e dos contactos entre o PCP e o PS uma serenidade que permite consolidar a convergência desejada. Todos sabemos que não é possível transformar igual o que é diferente. Mais do que isso. Todos sabemos que isso nem sequer é desejável. Esta postura serena e convicta, que observamos após a reunião entre as duas forças partidárias, na necessidade de uma acção concertada para mudar o regime é uma nota bastante positiva neste caminho da consolidação de uma alternativa.
Um sinal de esperança?
A preparação do ano parlamentar
Depois de dois dias de trabalho onde foi possível equacionar o posicionamento estratégico do grupo parlamentar do PS Madeira julgo que no quadro da ALRAM estaremos bem preparados para um combate duro mas que espero positivo para a mudança de regime. O grupo parlamentar do PS Madeira tem demonstrado que está à altura dos desafios e que responde de forma adequada aos anseios do partido no que respeita à demonstração clara e inequívoca de uma alternativa ao regime.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A convergência
Um dos aspectos mais importantes para o relançamento da economia regional e, ao mesmo tempo, para ajudar os orçamentos familiares cada vez mais "apertados" é encontrar uma solução para a situação dos transportes maritimos na Madeira. Os custos que as familias e empresas madeirenses têm de pagar são exorbitantes e incompativeis com uma economia ultra-periférica. A convergência é o único caminho para que, pelo menos, as propostas para resolver problemas concretos tenham a visibilidade necessária e a credibiidade certa para serem apoiadas pela sociedade. A proposta do PS Madeira de retirar o seu diploma e avançar com a recolha de contributos até obter consenso é o caminho que me parece adequado para construir a convergência na acção.
domingo, 12 de setembro de 2010
A esperança pode vencer o medo!
Lembrei-me disto ao ler um artigo sobre o assunto e a propósito da Plataforma Democrática. Considero que a esperança se for sentida, convicta e consciente pode vencer o medo e assim unir e convergir em prol de uma solução comum que conduza à mudança!
Não é surpreendente mas não pode deixar ninguém indiferente...
sábado, 11 de setembro de 2010
Uma homenagem ao Dr. Alivar Cardoso
O descalabro do turismo da Madeira
É preciso uma mudança urgente de modelo de desenvolvimento onde o turismo possa potenciar toda a sua capacidade de criação de valor. O resultados do turismo da Madeira e as dificuldades em sair da crise profunda que se encontra são a expressão do falhanço das opções económicas do Governo Regional do PSD
O caminho da mudança
A convergência de todos numa plataforma democrática é a proposta mais consistente dos últimos anos para tranquilizar e devolver a esperança àqueles que anseiam por uma mudança de regime. É a proposta certa para podermos acreditar que a democracia na Madeira oferece alternativas de poder. É um desafio cheio de obstáculos, já o tínhamos dito, mas é, porventura, o único caminho possível num momento de erosão absoluta do regime e do governo do PSD. É por isso que o PSD utiliza todos os mecanismos da sua máquina destrutiva de modo a atingir a estabilidade necessária às conquistas já obtidas. Foi isso que observamos no histerismo intriguista habitual de um tal chefe de gabinete. Conheço bem o estilo e a forma. Fui e sou, aliás, vitima sistemática desse comportamento miserável. Por isso precisamos ainda de mais laços de união, de continuar a reforçar a consistência da convergência. Vale a pena continuar , vale a pena manter a confiança e, sobretudo, a serenidade e ponderação necessária à construção dos caminhos que nos podem levar à MUDANÇA desejada.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Ao ponto que isto chegou!?
AJJ quer que Sócrates vá à CGD com ele de modo a garantir que o Senhor Primeiro Ministro mete uma cunha para permitir que o Governo Regional obtenha um empréstimo para pagar dividas. Neste momento os bancos cancelaram o factoring à Madeira e fecharam as torneiras do endividamento, só resta a boa vontade de José Sócrates!!! Uma loucura sem limites, um descalabro. AJJ conduziu a Madeira para o pior buraco financeiro que há memória na Região. O descrédito é total.
O turismo na Madeira está falido?



























