A aprovação do Orçamento Regional para 2011 será uma facada na autonomia que crucifica a maior parte dos madeirenses. Se não for possive alterar o orçamento regional, aos madeirenses, só resta rezar e ter fé!
domingo, 12 de dezembro de 2010
Uma facada na autonomia
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Autonomia de Tanga
O governo do PS nos Açores não aplica medidas de austeridade sobre funcionários públicos justificando esta decisão com a situação ultra-periférica da RAM e, portanto, uma situção especial que permitiu consolidar um processo autonómico a favor das pessoas. É claro que este é o único caminho de uma autonomia responsável e útil. Se é para aplicar as medidas de Lisboa sem adapatá-las à situação regional não vale a gozar de uma autonomia, cujos custos, ainda por cima, são enormes. Obviamente que o Grupo Parlamentar do PS M, apresentará (como já anunciou há mais de 2 meses, antes ainda de conhecer as decisões do Governo dos Açores) essa mesma proposta em sede de discussão do ORAM, na ALRAM. Nos Açores o PSD votou contra!? Aqui o caminho, infelizmente, deverá ser o mesmo...E não venham com a treta que não há dinheiro porque todos sabemos que o problema é regabofe. A autonomia da Madeira está de tanga porque o PSD "rebentou" os principios essenciais da subsidariedade responsável. A prova disto é que agora em vez de aplicar políticas que discriminem positivamente os madeirenses, assume que cometeu erros, que não sabe governar e que falhou na educação, na saúde e na gestão aeroportuária. Valha-nos Deus!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
A bajulação sem limites em directo na RTP Madeira. Um bocadinho mais de rigor meus senhores!
Ainda não tinha visto este programa de jornalistas e tenho de dizer que não voltarei a ver. Acabo de ouvir um jornalista a demonstrar o quanto atrevida pode ser a ignorância. Ora um deles diz que o PS devia apresentar soluções por causa dos pagamentos em atraso do Governo da Madeira às empresas. Deixe-me dizer frontalmente: o PS M já apresentou várias vezes e até anunciou na imprensa. Além disso, a situação só não é mais grave que o PS criou o Programa Pagar a Tempo e Horas em que a Madeira consumir mais de 85%. Por isso, ou é má fé ou o jornalista está mal informado, o que me parece (qualquer um dos casos) imprudente (e inadmissível) para quem quer ser comentador. Mais grave. O mesmo Senhor tem o esplante de dizer que não acredita no que diz o comunicado do PS sobre os prazos de pagamento. Não acredita? Mas onde estamos. Se tem dúvidas informe-se! Ou será apenas uma questão de fé?A verdade está no site do Mistério das Finanças, matéria que passou a ser obrigatória e é informação trimestral e, sobretudo, é clara: pagamentos da administração pública dos Açores é 15 a 20 dias; da administração central é 40 dias e da Madeira entre 250 e 300. É ridicula esta patetice comentadora e, sobretudo, ignorante...
Entretanto acabo de ouvir outra mentira agora do PIVOT: segundo este o aumento de transferências de estado foram de 40 milhões de euros.Mentira, foram 100 milhões. E a coisa continua. Agora outro diz que o dossier da Zona Franca devia ser negociado, mesmo sabendo que a proposta do PSD era a de aligeirar a criação de emprego. Ou seja este Senhor partilha da opinião do PSD que deve-se dar mais beneficios fiscais e pedir menos emprego. Sobre o mesmo tema, outro diz que o alargamento dos beneficios fiscais é só para a banca (como?!). é claro que não é verdade mas já percebi que rigor não é o forte deste comentador. Tudo isto é muito mau e quase que se resume um pacote cheio de ignorantes comentários e, quase todos, contra a mudança na Madeira!...Vou já mudar de canal...
terça-feira, 30 de novembro de 2010
O orçamento da RAM prejudica as empresas e impede a criação de emprego
domingo, 28 de novembro de 2010
Para uma nova política de turismo
sábado, 27 de novembro de 2010
A culpa é sempre dos outros...
Mais uma análise relevante de Luis Calisto no DN Madeira que devia servir para os madeirenses acordarem da dormência e apatia que vivem.
Deixo algumas partes do artigo que falam por si:
"Quarta-feira, a comissão política do PSD-M, onde se acoitam os políticos com poder, os empresários do regime e os que acumulam, limitou-se a blasfemar sobre as eleições para Belém (nacionais), greve geral (nacional), Orçamento (nacional) e governo PS (nacional). Sobre a profunda crise insular, apenas as denúncias da ordem sobre os almoços misteriosos de uns subalternos de frágil confiança.
Faca nas costas de Sócrates e de Passos Coelho: uma jogada de mestre ou mais um tiro no pé?
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Orçamento da RAM: o embuste...
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Em vez da reconstrução, espetadas e estádios de futebol. Está nas mãos do povo decidir o que quer
Na proposta de Orçamento Regional já está claro que tudo anda escondido. Ninguém sabe onde, como e quanto custa as obras da reconstrução. Mas cabe aos madeirenses exigir que nada disto seja feito em perfeito regabofe, ao gosto das vontades eleitoralistas de Jardim. Se o povo não abrir os olhos, garanto, em vez da reconstrução teremos espetadas.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A chantagem: acaba-se com o futebol profissiona quando se acabar com a democracia
domingo, 21 de novembro de 2010
Madeirenses pagam
É capaz de ter sido uma semana horribilis para o Dr. Jardim mas a acmulação de desnortes e incoerências desta natureza conforme muito bem realça o jornalista Agostinho Silva no DN Madeira faz com os madeirenses estejam a viver, por tudo isto, a década horribillis com a governação Jardinista.
sábado, 20 de novembro de 2010
Bem dito
O regabofe eleitoral com dinheiro fresco. Depois queixem-se!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Porto Santo:uma ilha usada e abandonada
É preciso consagrar as condições especiais de dupla insularidade do Porto Santo e transferir esta condição para as medidas e políticas do governo. A situação económica e social catastrófica que se vive no Porto Santo obriga a medidas suplementares. Apresentaremos um pacote de soluções em sede de orçamento regional.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O fracasso da autonomia Jardinista
AJJ tenta iludir todos, é a sua prática habitual. o Dr. Jardim anda confuso e baralhado porque a autonomia que criou é um fracasso, uma bandalheira que prejudica mais os madeirenses. Hoje já todos sabem que a regionalização da educação, da saúde apenas serviram para retirar dinheiro do bolso dos madeirenses. Estamos bastante piores que Lisboa e pagamos tudo. Ontem ficamos a saber que a mesma coisa se passou com a gestão do aeroporto. Ou seja regionalisamos essa gestão com a criação da ANAM mas se não tivéssemos feito teríamos taxas mais baixas (metade). Assim, vale a pena simplificar a confusão do Dr. jardim e a ligeireza da Senhora Secretária: o aeroporto da Madeira é nosso? Sim. Queremos entregar a Lisboa? Não. Queremos taxas mais baixas? Sim. Se integrarmos a ANAM na ANA resove-se o problema? Sim e acaba-se com uma empresa falida e os boys que por lá andam. E a Região não recebe nada em troca? Claro que recebe se souber negociar o activo que tem. E o aeroporto gerido pela ANA muda alguma coisa em termos de gestão e turismo? NADA!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
O reconhecimento merecido
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Os madeirenses estão entregues à sua sorte
Na audição com a Secretaria das Finanças ficou uma certeza: a proposta de Orçamento da RAM para 2011 não contém as medidas necessárias para o combate à crise e as soluções para amparar aqueles que ficaram à margem do desenvolvimento desigual. Pior este orçamento não resolve problemas sociais e agrava problemas económicos.
As vias que nunca deviam ter existido...
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| As três concessões representam 3000 milhões de euros |
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Apetece-me relembrar isto...
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Infelizmente temos um governo inimputável
Afinal todos os partidos da oposição que propuseram comissões de inquérito tinham razão. Afinal há responsabilidades políticas. Afinal é preciso que a culpa não morra solteira. Ou será que as conclusões do estudo não têm, mais uma vez, consequências. Infelizmente o governo da RAM é inimputável e isto acaba por não ter as consequências devidas nem sequer na própria reconstrução.











