quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Um sinal de esperança?
A preparação do ano parlamentar
Depois de dois dias de trabalho onde foi possível equacionar o posicionamento estratégico do grupo parlamentar do PS Madeira julgo que no quadro da ALRAM estaremos bem preparados para um combate duro mas que espero positivo para a mudança de regime. O grupo parlamentar do PS Madeira tem demonstrado que está à altura dos desafios e que responde de forma adequada aos anseios do partido no que respeita à demonstração clara e inequívoca de uma alternativa ao regime.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A convergência
Um dos aspectos mais importantes para o relançamento da economia regional e, ao mesmo tempo, para ajudar os orçamentos familiares cada vez mais "apertados" é encontrar uma solução para a situação dos transportes maritimos na Madeira. Os custos que as familias e empresas madeirenses têm de pagar são exorbitantes e incompativeis com uma economia ultra-periférica. A convergência é o único caminho para que, pelo menos, as propostas para resolver problemas concretos tenham a visibilidade necessária e a credibiidade certa para serem apoiadas pela sociedade. A proposta do PS Madeira de retirar o seu diploma e avançar com a recolha de contributos até obter consenso é o caminho que me parece adequado para construir a convergência na acção.
domingo, 12 de setembro de 2010
A esperança pode vencer o medo!
Lembrei-me disto ao ler um artigo sobre o assunto e a propósito da Plataforma Democrática. Considero que a esperança se for sentida, convicta e consciente pode vencer o medo e assim unir e convergir em prol de uma solução comum que conduza à mudança!
Não é surpreendente mas não pode deixar ninguém indiferente...
sábado, 11 de setembro de 2010
Uma homenagem ao Dr. Alivar Cardoso
O descalabro do turismo da Madeira
É preciso uma mudança urgente de modelo de desenvolvimento onde o turismo possa potenciar toda a sua capacidade de criação de valor. O resultados do turismo da Madeira e as dificuldades em sair da crise profunda que se encontra são a expressão do falhanço das opções económicas do Governo Regional do PSD
O caminho da mudança
A convergência de todos numa plataforma democrática é a proposta mais consistente dos últimos anos para tranquilizar e devolver a esperança àqueles que anseiam por uma mudança de regime. É a proposta certa para podermos acreditar que a democracia na Madeira oferece alternativas de poder. É um desafio cheio de obstáculos, já o tínhamos dito, mas é, porventura, o único caminho possível num momento de erosão absoluta do regime e do governo do PSD. É por isso que o PSD utiliza todos os mecanismos da sua máquina destrutiva de modo a atingir a estabilidade necessária às conquistas já obtidas. Foi isso que observamos no histerismo intriguista habitual de um tal chefe de gabinete. Conheço bem o estilo e a forma. Fui e sou, aliás, vitima sistemática desse comportamento miserável. Por isso precisamos ainda de mais laços de união, de continuar a reforçar a consistência da convergência. Vale a pena continuar , vale a pena manter a confiança e, sobretudo, a serenidade e ponderação necessária à construção dos caminhos que nos podem levar à MUDANÇA desejada.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Ao ponto que isto chegou!?
AJJ quer que Sócrates vá à CGD com ele de modo a garantir que o Senhor Primeiro Ministro mete uma cunha para permitir que o Governo Regional obtenha um empréstimo para pagar dividas. Neste momento os bancos cancelaram o factoring à Madeira e fecharam as torneiras do endividamento, só resta a boa vontade de José Sócrates!!! Uma loucura sem limites, um descalabro. AJJ conduziu a Madeira para o pior buraco financeiro que há memória na Região. O descrédito é total.
O turismo na Madeira está falido?
sábado, 28 de agosto de 2010
O dilema legitimo do Dr. Raimundo
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Não precisamos de mais lugares de avião...
Aliás, aquando a discussão da liberalização do espaço aéreo e da dinamização do "low cost" alertei para os eventuais efeitos negativos que a promoção deste tipo de transporte poderia provocar num destino sem uma afirmação clara do seu perfil de turista e sem a consistência adequada de um destino de qualidade. Quando assim é, o low cost pode apenas contribuir para reforçar e consolidar a decadência do destino suportada na "avalanche" de turistas "baixo rendimento", potenciando a baixa dos preços, conforme se veio a verificar. Coisa diferente seria se o destino Madeira ostentasse um destino de efectiva qualidade com capacidade par discriminar por si só aquele tipo de viajante ("baixo custo"), menos atraente para as aspirações de um destino de valor acrescentado. Digamos que um destino de qualidade encarregava-se de "filtrar" pelo valor proporcional dos serviços na Região os turistas "low cost". Nestas circunstâncias, as companhias low cost iriam transportar mais turistas "alto rendimento", únicos capazes de pagar o que se cobraria (num cenário hipotético e distante de vivermos num destino qualidade) na Madeira.
Posto isto, volto ao tema principal deste comentário, o destino Madeira precisa uma concentração absoluta na redefinição da sua estratégia enquanto destino. Isto significa uma análise profunda da procura e da oferta, definindo linhas de renovação destas variáveis de modo devolver um equilibrio adequado e de maneira a assegurar o caminho para a criação de um destino de qualidade. Além disso importa evoluir sobre a relação do sector do turismo com o resto da actividade económica procurando estabelecer o conceito de cluster de forma a permitir obter mais valor e garantir uma consistência genuína no sector do turismo. Nesta necessária reflexão torna-se critico enquanto variáveis instrumentais a reflexão sobre a estratégia dos transportes e da promoção (incluindo o envolvimento das novas tecnologias e da gestão da fidelização dos clientes).
A construção de um destino é uma tarefa que envolve todos os sectores e deve mobilizar a sociedade no geral. Ainda por cima se aspiramos a um destino de alta qualidade esse envolvimento não só é necessário como é indispensável.
Finalmente, sem vontade politica e competência governativa estes objectivos dificilmente serão obtidos...
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Mais um tema, mais um vazio de responsabilidades
A situação é de uma gravidade sem precedentes mas, como em quase tudo o que se passa na Madeira, não haverá avaliação de responsabilidades. Verão que não me engano e esperem pelos comunicados da Secretaria do Dr. António e ainda será o PS Madeira o culpado deste desnorte sem limites. Vejam aqui
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O que dirá Rocha da Silva?
Acabo de ler no Jornal de Negócios
"150.000 cabras-bombeiro vão andar a pastar em Portugal e Espanha. O projecto, de 50 milhões de euros, visa prevenir os incêndios e deverá criar mais de 500 empregos"
terça-feira, 24 de agosto de 2010
A Plataforma Democrática: a esperança na alternativa
Contudo, quem deseja uma mudança, quem acredita em soluções alternativas, quem tem consciência da perversidade do regime e da sua incapacidade para encarar os novos e exigentes desafios, tem perfeita noção (estou certo disso) que é preciso algo que supere as esferas dos partidos isoladamente. Que ultrapasse as meras lógicas de coligação. Que atinja a sociedade civil, indo de encontro aos seus anseios e resolvendo os seus medos. É um dever dos partidos responsáveis.
A Madeira precisa de uma mudança política para desbloquear soluções urgentes para os problemas de todos. Só com uma união robusta e alargada que garanta o essencial das diferenças de todos e promova os pontos comuns, numa plataforma de ideias, de projectos, de soluções comuns e adequadas às nossas necessidades e adaptadas ao nosso contexto. Só assim parece-me possível alimentar a esperança de moralizar e tornar mais justa a região onde vivemos.
Esta é uma possibilidade oferecida a todos. Agora é connosco. Com todos nós. Com os partidos e a sociedade civil, mostrarmos que o que dizemos à "boca pequena" ou em entrevistas mais ou menos arrojadas é um desejo efectivo, sem complexos ou tabus.
Mas que fique claro que a responsabilidade do falhanço deste projecto não é do PS Madeira. Foi o PS o seu criador mas a responsabilidade passou a ser de todos nós! Compreendo que alguns estejam já a cruxificar a iniciativa por alguma tentativa de defender o seu espaço. Mas vai parecer óbvio para o povo da Madeira que falhar esta tentativa de convergência, falhamos todos. Falha também a sociedade: as suas elites e as suas instituições.
A plataforma democrática nasceu sabendo que é preciso músculo social e político para enfrentar uma bem organizada máquina partidária com meios financeiros ilimitados e com métodos desadequados às sociedades verdadeiramente livres. Estamos perante um nova ideia de dialogo que precisa de contributos, boa-vontade, bom-senso e objectividade. O principal objectivo deste desafio é o projecto de mudança que envolve partidos e sociedade civil. Um projecto que deve ultrapassar a esfera partidária e consagrar os movimentos civicos como grandes obreiros da mudança. Na verdade a evolução deste projecto pode devolver a esperança a todos os madeirenses que não se revêm neste regime. É altura para acertar objectivos, principios e linhas de actuação estratégica. Há ainda neste projecto arrojado e ambicioso muitas perguntas que ainda não têm respostas. Depende de todos dar, ou não, a dimensão certa aos anseios de mudança. Se dermos o rumo certo a este desafio as respostas aparecerão naturalmente...A intervenção civica consequente é um valor acrescentado para a sociedade. Por isso, parece-me óbvio que a participação num novo paradigma passa pela plataforma democrática!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
A conspiração dos levadeiros
Não assumir responsabilidades e estar permanentemente à procura de bodes expiatórios é a imagem de marca deste PSD Madeira. Recentemente foram os fogos na Madeira e sobre isto já não vale a pena dizer o óbvio pelo absurdo que a governação se transformou. Ontem aconteceu outra tragédia, agora no Porto Santo. AJJ nem quer ouvir falar de responsabilidades. Mandou rezar! De facto viver na Madeira com estes governantes é um "puro acto de fé"
"...Depois da trilateral, da maçonaria, dos sábios de Sião, do Bush, do grupo bilderberg, das testemunhas de Jeová, do Teixeira dos Santos, do Frei Bento, dos traidores ambientalistas, agora são os levadeiros. Estes, de forma minuciosamente articulada, planearam com o recurso a GPS's; Iphone's última geração, telefones satélites, placas de internet sem fios e computadores portáteis com menos de 1kg, um ataque sem precedentes à floresta madeirense, deixando-a à mercê da sorte dos ventos e da intensidade do calor. Tudo foi feito em articulação fina por volta das 4 horas da manhã. Tudo foi pensado para ser concretizado (ateando fogo com um nano-fósforo, quase imperceptível) a meio de montanhas impossíveis de atingir para o cidadão normal, mas não para este grupo possuidor de equipamento de última geração, como os "heli-fatos" de protecção anti-fogo, que permite trepar uma montanha enquanto o "diabo esfrega o olho"..."
sábado, 21 de agosto de 2010
Um dia para comemorar?
Luis Calisto in DN Madeira
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
PS Madeira quer as forças vivas, incluindo partidos da oposição, a contribuir para a Mudança. A partir de agora cada um que assuma a responsabilidade
O problema da Madeira contemporânea é político. Por isso é preciso mudanças neste campo de modo a ser possível implementar uma nova geração de politicas adequadas às nosssas especificidades e necessidades. Veremos como responderão as forças vivas da RAM.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
A confusão na moleirinha de um certo chefe de gabinete...
Só para esclarecer que o PS Madeira ainda não pediu nenhuma auditoria nem ao INE nem ao IEFP. O PS limitou-se a sugerir o óbvio: que o Governo contribuisse para o esclarecimento da disparidade entre os valores de desemprego do INE e do IEFP e, sobretudo, que expicasse, ou pedisse explicações, para a circunstância da Madeira ser a única região do país em que os valores do INE são inferiores aos do IEFP.
Ninguém no seu perfeito estado de sanidade mental, e consciente da dimensão do fenómeno do desemprego, compreende que para o governo o planeamento das medidas de combate ao desemprego e de criação de emprego tenham as mesmas caracteristicas, dimensão e profundidade quer tenhamos 15 000 desempregados ou 9 000. Ninguém admite esta insólita dúvida e muito menos fica indiferente à necessidade de explicações. Não entender isto e não querer clarificar é o sinal que faltava para a confirmação do desnorte nesta matéria!















