terça-feira, 20 de abril de 2010
RTP Madeira: um fato à medida
segunda-feira, 19 de abril de 2010
PS com enorme sentido de estado
domingo, 18 de abril de 2010
Patético
Boys PSD escolhidos pelo PS
Turismo da Madeira: Há que mudar
O sector de turismo na Madeira goza de um insólito abandono estratégico vivendo numa obsessiva vontade de crescer na oferta e ignorar a importância das condições da procura e, sobretudo a definição da procura. A liberalização do transporte agudizou este problema porque, na verdade, apenas facilitou e apressou essa degradação. Por exemplo, o low cost para um destino como Paris não prejudica um destino que já é de excelência. Agora para um destino, como a Madeira, que se encontra numa fase de indefinição e onde os preços de quarto já são muito baixos os resultados acabam por ser desastrosos, porque a procura passa a ser de nível mais baixo. Para Paris podemos pagar menos de avião mas sabemos bem os precos dos hoteis e de tudo o resto, verificando-se uma descriminação positiva pelo preço...
Até as vitimas são escondidas!
Nada disto é estranho e passa-se de forma igual na ocultação dos números do desemprego, na ocultação da situação do turismo da Madeira (sempre que o GR fala sobre esta matéria estamos sempre muito bem, contrariando a opinião dos empresários!); na ocultação da probreza e da sua dimensão; na ocultação da riqueza da Região; na ocultação da divida da RAM; na ocultação da origem dos dinheiros para as prestrações sociais; na ocultação das responsabilidades na corrupção ao nível da adminstração pública...Por isso, não me surpreende. Para eles não há limites à manutenção do poder!
sábado, 17 de abril de 2010
A teia de interesses na RTP Madeira numa promiscuidade bombástica entre politica e interesses económicos!
É evidente que André Escórcio tem razão e, sem surpresa, verifico que o descaramento das elites (?) do regime deixou de ter limites.
Nada acontece por acaso e, na verdade, colocar um Senhor Empresário como o Luis Miguel de Sousa à frente de uma tal comissão de aconselhamento (que tenho sérias dúvidas que cumpra as regras minimas da lei da televisão) é a escandaleira que faltava. Lembro que este indivíduo que gere negócios na Madeira em regime de monopólio, sem risco e com a protecção do governo e do PSD já controla a ACIF por isso é bom que tenham medo ou, em alternativa, como habitualmente, encolham os ombros e fiquem à espera que alguém faça alguma coisa pela reposição da pluralidade e da democracia. A autocensura começa a ser o maior flagelo da nossa sociedade.
Não é normal o que se passa na televisão e rádio da Madeira, apenas justificável num regime de medo e de sentido persecutório revelando a fragilidade da nossa democracia. Estou perplexo com o desplante e reafirmo que, da minha parte, partilho da indignação do líder parlamentar do PS Madeira e estou disponível para denunciar as manobras rasteiras, interesseiras e suspeitas de todos os que permitam que tudo isto aconteça.
Repito. TODOS, incluindo aqueles que têm elevadas responsabilidades na garantia da insenção do serviço público de rádio e televisão.
Os impostos com efeitos sociais propostos pelo Grupo Parlamentar do PS Madeira
1 - Contribuição especial sobre o património mobiliário das concessões de serviços públicos. Se observarmos que em 2008 só a Via Expresso teve cerca de 13 milhões de euros de lucros e a Via Litoral mais de 5 milhões compreende-se que é preciso transferir recursos para os que ficaram à margem do desenvolvimento do PSD Madeira. Até porque estes negócios não têm nenhum risco!
2 - Contribuição especial sobre a extracção de inertes. Tendo em conta as externalidades negativas desta actividade é fácild e compreender que esses custos que são suportados pela sociedade devem ser internalizados nas empresas daquele sector. Assim, consignando 5 euros por tonelada extraída de inertes aos problemas sociais o PS Madeira demosntra que é possível fazer bastante mais pelo combate à pobreza.
3 - Finalmente, a última proposta desta trilogia é a transferência de 50% da contribuição do serviço rodoviário para o Instituto para o Roteiro Social que financiaria as entidades de solidariedade na RAM (mais de 70).
sexta-feira, 16 de abril de 2010
RTP Madeira: até agora só há motivos de enorme preocupação
A rádio e televisão pública na Madeira precisa de ser refundada. É preciso uma outra orientação editorial e outro sentido de responsabilidade de serviço público. Nos últimos dias fiquei com a sensação que o caminho que seguia desastroso no sentido da pluralidade, credibilidade e isenção. Veremos as mudanças que esta nova direcção implementará...
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Branqueamento
Pensava que era só na ALRAM que (através do PSD) se a promovia a distracção e não a discussão oportuna e consistente. Afinal outros também pensam que a revisão da constituição é um tema para discutir na Madeira!
Essa é boa...
Há agora a culpa das zonas altas são das pessoas que lá vivem (mesmo sabendo que existem associações promovidas pela CMF que promovem a contrução clandestina em períodos de eleições)? Pelo amor de Deus, será que é dificil de perceber que com planeamento e fiscalização e, sobretudo, com alternativas de habitação, as zonas altas não eram o desastre urbanistico que vemos. Quanto a culpas a origem é o Professor Virgilio Pereira e a sentença final foi dada por Miguel Albuquerque!
Será só distracção?
Será que os responsáveis pela informação a RTP e RDP da Madeira não se aperceberam que foram discutidos três projectos de decretos legislativos regionais que pela sua inovação mereceriam ser debatidos num plano mais alargado, foram da ALRAM, por tudo aquilo que significavam, até do ponto de vista ideológico? Desde a alteração do financiamento da RAMED Mad transferindo parte da contribuição de serviço rodoviário para as necessidades sociais, até a contribuição especial na extração de inertes, acabando num imposto sobre o património mobiliário das concessões públicas, esta trilogia permitia transferir vários milhões de euros para um fundo de apoio social. Estes três projectos apresentados pelo PS M possibilitaram, pela primeira vez desde 1998 (altura em que a RAM passou a poder criar impostos, dentro de certos limites), discutir a criaçao de impostos pela RAM. Além disso, são três projectos que tinham objectivos sociais e de redistribuição de rendimento e, finalmente, mas não menos importante, eram iniciativas que garantiam resolver opções do governo regional totalmente desastradas (pelo prejuízo que provoca à sociedade) no quadro da utilização dos recursos públicos.
Ora, a política faz-se de propostas, de rupturas, de criatividade e de iniciativas que permitam resolver problemas das pessoas. As propostas apresentadas tinham todos esses ingredientes e tiveram a concordância de toda a oposição. Enfim, este distanciamento da comunicação social de serviço público não é um bom sinal. Fica assim claro que desta forma é muito dificil demonstrar que o PS M tem propostas coerentes, arrojadas e adequadas aos interesses dos madeirenses. Era bom que cada qual passasse a assumir a sua responsabilidade pelo rombo democrático que vivemos e pelo estado económico-social da RAM. Esta indiferença não é neutra à manutenção do status quo.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Uma atitude contra os madeirenses. O habitual!
O grupo parlamentar do PSD já não sabe o que diz, o que faz ou o que inventa para travar as evidências da capacidade parlamentar do PS M. Hoje (ontem já tinha sido assim!) assistiu-se a um delirio vergonhoso de um deputado daquela bancada que na ausência de justificação sólida para votar contra a proposta do PS M que pretendia implementar a contribuição especial para a extração de inertes de modo a apoiar os mais desfavorecidos, usou, como lhe é habitual, o caminho mais fácil mas também mais demagógico e insultuoso, procurando (de forma quase desesperada) falhas técnicas nos projectos de decreto de modo a fugir ao essencial do problema: o PSD não quer apoiar as mais de 73 instituições de solidariedade social que existem na Madeira. Pelo menos não quer tirar dos que ganham à custa de recursos públicos (oferecidos ao desbarato) de forma obscena para entregar àqueles que asseguram que milhares de madeirenses não ficam à margem do desenvolvimento. Uma actuação desoladora mas adequada ao estilo de um grupo parlamentar à imagem e semelhança do seu líder.









