quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Incompreensível

Jardim fez asneira da grossa na forma como se relacionou com a polícia durante a pré-campanha e campanha eleitoral.  Mas, já estamos habituados a este tipo de comportamento de Jardim que, no essencial, pretende intimidar e condicionar a acção da polícia além de passar a ser  ele a controlar os acontecimentos. O que continua a ser incompreensível é o silêncio do MAI. Afinal, já não temos governo?

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O absurdo voltou em força!

O PSD volta ao mesmo de sempre: quer se endividar mais e chutar responsabilidades para outros (avales do estado para poder encolher os ombros com os milhões atirados para os bolsos do sistema e da incompetência) quer garantir mais dinheiro da república independentemente dos critérios, o único que vale é estender a mão. Mas, imaginem, quer tudo isto sem admitir que errou quando afirmou que a Madeira era rica e com isso perdeu 500 milhões da UE. Mais uma vez ninguém quer saber os fundamentos sérios destas reivindicações pouco sustentadas. Interessa é pedir não interessa que se utilize "mal e porcamente" o dinheiro dos madeirenses.

A verdade escondida...

Confesso que não entendo as conclusões de alguns jornalistas sobre a eleição do Vice da oposição na mesa da ALRAM. Eu explico: para a maior parte da comunicação social da Madeira Bernardo Martins não é eleito por causa do MPT, partido que apesar de só ter um voto aceita fazer este triste papel, em nome do PSD. Ora a questão que se coloca, e que muitos fingem não perceber, ou pelo menos não querem aprofundar, é porque razão o PSD, que tem 34 deputados, só dá para esta eleição 10 votos (e que hoje foram apenas 9)? Mas afinal que tipo de birra é esta que coloca em causa um dos pilares mais relevantes da pluralidade na ALRAM? Que tipo de partido é este que impede sistemáticamente que a democracia seja vivida em normalidade e, sobretudo, insista em humilhar a oposição e os madeirenses, usando de forma errada o poder concedido pelo povo? É nesta questão que não percebo porque razão não existe um debate profundo sobre este posicionamento perverso do PSD e os efeitos na vida democrática e funcionamento das instituições!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Uma nota que estranhamente parece ter passado despercebido!

O que AJJ disse na rescaldo da noite eleitoral relativamente à base de dados que utiliza há muitos anos numa suposta cave da sede do PSD é grave. Muito grave mesmo. A questão que se coloca, e que é indispensável ser averiguado, é, afinal, que dados são aqueles que AJJ possui que inclui sexo, idade, habilitações,... por mesa de voto? Como é possível ter uma base de dados com aquele pormenor (quase com geo-referenciação) sem permissão das pessoas. Onde pára a Comissão de protecção de dados e SOBRETUDO a CNE? Da minha parte irei surgerir a apresentação da entrevista de AJJ à CNE solicitando a averiguação devida e uma queixa objectiva sobre tal matéria. 

domingo, 11 de outubro de 2009

CNE e a Madeira

São os carros da CMF, da empresa da electricidade do Presidente da Junta, cheios de gente "indecisa". Enfim tudo o que possa estar à disposição do poder serve angariar votos de forma perversa e ilegal. A CNE sabe disto tudo há anos mas, também aqui, o tempo encarregou-se de transformar estas anormalidade em banalidades. Ninguém liga. Assim vai a democracia na Madeira....

sábado, 10 de outubro de 2009

É pena!

Há sempre pessoas que me surpreendem. Ainda bem porque a surpresa faz parte de um imaginário positivo e de esperança. Mas, infelizmente, nos últimos tempos, fui apanhado com aquela supresa que ninguém quer ter (são os murros da vida!) e ainda por cima vindo de pessoas que nunca se esperava e que se considerava! É a vida, já tenho idade para aprender... 

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Pesadelo

Entre Janeiro e Setembro de 2009 a Madeira registou um dos maiores aumentos de falências (184%) do país. E, mesmo assim, onde anda o Governo de Jardim?

Esmiuçando o raciocinio do delegado da CNE

Senhor delegado da CNE, explique lá melhor:
1. Excesso de liberdade é uma chatice porquê?
2. E quais os fundamentos usados para esta desconcertante conclusão?
3. Se existe excesso de liberdade na Madeira tavez (digo eu) nem faça sentido a existência da CNE, portanto talvez se compreenda a sua "pacatez". Será assim?
4. A boa intervenção de uma CNE implica, de acordo com a sua abordagem prática, uma actuação generalista (dirigindo-se a todos e a nenhum em particular). Explique então o grau de eficácia deste método...
5. Confrontar directamente o Presidente do Governo e do PSD seria tendencioso até porque, mesmo sendo ele o provocador e instigador, mais vale colocar tudo no mesmo saco porque assim o poder que garante o excesso de liberdade mantém-se e não sai beliscado... Estou a explicar bem o seu pensamento ou espalhei-me?

CNE...

O excesso de liberdade, segundo a CNE da Madeira, dá nisto. Pelo amor de Deus desamparem-me a loja...

Ainda a CNE

O Problema da CNE na Madeira não é que "toda a gente faz o que quer" e por isso (imagine-se!) "há excesso de democracia", conforme refere o seu responsável, o drama é que a CNE não faz o que deve!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ainda os comentários da CNE

A CNE, pelo menos a delegação regional, é uma entidade fantoche que existe para o faz de conta. Fazer afirmações genéricas sobre o comportamento dos políticos nesta campanha (portanto colocando todos no mesmo saco) é ignorar ostensivamente o que se tem passado. A CNE sabe bem quem é o político que se comporta como um arruaceiro, evidenciando um comportamento fascizante, intimidatório e persecutório, usando de forma perversa o poder que lhe foi concedido pelo povo. Sabe, mas finge que é tudo igual e apela a todos da mesma forma e no mesmo ton. É mau de mais. Sou político e, sinceramente não enfio o barreto que o delegado da CNE quis colocar a todos, de modo a disfarçar a sua incapacidade para actuar de forma séria e decisiva em prol de um ambiente eleitoral livre. Se a ideia era dar conselhos,  só tinha um caminho: dirigir-se a AJJ (e não aos políticos em geral) e pedir para se comportar à altura dos principios democráticos e do cargo que ocupa. Não o fez portanto perdeu uma oportunidade de manter-se calado!

Intervenções patéticas

O delegado da CNE abordou a polémica da violência na campanha e, pelo que ouvi, das duas três:1) ou não sabe o que diz; 2) ou foi absoliutamente infeliz; 3) ou pensa efectivamente como fala. Ora para este Juiz o problema da Madeira é "excesso de liberdade"! É verdade, parece mentira mas é o que nos "caiu na rifa". Assim vamos longe. Quando perante tamanha gravidade e rombo efectivo no ambiente eleitoral, o responsável da CNE fala em excesso de liberdade (a fazer lembrar o deputado Coito Pita!) o melhor é meter o "rabinho entre as pernas" e emigrar.
Na mesma linha de irresponsabilidade o MAI não fala sobre a interferência de Jardim na PSP Madeira, chutando as declarações para o comando nacional que prefere comentários lacónicos e absurdos. Com este comprotamento o MAI é cumplice envergonhado mas vergonhoso da profunda asfixia democrática e do sentido intimidatório do regime Jardinista!

Oposição é cúmplice do estado de sítio!

A violência que se verifica na Madeira durante a campanha eleitoral devia ter da parte da oposição uma posição séria severa e consistente. A questão de fundo, já o disse e repito, é a evidência da fragilidade democrática em que vivemos decorrente de um poder de carácter absolutista protagonizado por um indivíduo intolerante, vingativo, com tiques de ditador e na maior parte dos casos incapaz de resolver problemas básicos das populações. É óbvio que não se entende o silêncio de Cavaco ou, em alternativa, a "pasmaceira" envergonhada do Representante que, supostamente, devia falar pelo Presidente da República ou mesmo pedir a sua intervenção. Não sei o que esperam estes cavalheiros! Já nem estamos na discussão da asfixia democrática na Madeira. O assunto já está a roçar o estado de sítio em que Jardim transformou este arquipélago com 250 000 portugueses reféns de um alucinado severo e perigoso.
É também óbvio que perante o ataque inadmissíve de Jardim à PSP Madeira e consequentemente a pressão exercida no sentido do condicionamento da sua actividade (que ficou claro nas agressões de ontem sem nenhuma intervenção da polícia!) esperava-se uma intervenção do Ministro da Administração Interna de modo a repôr a normalidade, pelo menos aparente, na cadeia hierárquica da polícia deixando claro que Jardim não tem direito ou poder para se envolver na PSP Madeira e condicioná-la. Estas faltas graves (demasiado habituais, só admissível num país de faz-de-conta) contudo não ilibam a oposição. Esperava muito mais. Esperava que todos se juntassem em prol da democracia. Que não tivessem medo do julgamento global porque a razão está do lado da liberdade e da livre expressão. Os partidos da oposição remeteram-se aum silêncio cúmplice e inadmissível e permitiram que Jardim violasse a seu bel-prazer principios básicos da democracia cujo corolário mais evidente é violentar legítimos representantes da ALRAM.
No Domingo o PSD celebrará mais uma vitória e nesse dia espero que nos lembremos do ambiente vivido e da coninvência da oposição nesta barbárie à democracia que assistimos há muito tempo!

Solidariedade a Baltasar Aguiar

O Dr. Baltasar é um deputado da ALRAM e, é preciso dizer isto: impedi-lo de entrar em actos públicos é crime. Pelo que se passou hoje ofereço total solidariedade ao deputado do PND. Não se pode permitir que AJJ ouse insinuar que manda em todo o lado, inclusive no Parlamento da Madeira. Porque, na verdade, foi isso que ele tentou fazer ao barrar a entrada de um deputado.
Entretanto, vale também a pena perguntar: porque está calado Cavaco Silva? Porque não faz uma comunicação ao pais sobre um assunto sério (pelo menos uma vez)?

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Esmiuçar a campanha de cá!

Adivinhem quem disse estas "coisinhas":

porrada para Lisboa;
a macacada de lá;
polícias cubanos não;
ladrões do continente....
(...)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Governação da CMF: os problemas persistem

A CMF não paga a divida a fornecedores a tempo e horas, apesar de ter sido uma das mais beneficiadas do país com o programa lançado pelo PS de José Sócrates. Naturalmente que isto não é um problema exclusivo da autarquia do Funchal, é da governação jardinista. Irresponsável e caloteira. Mais. É impressionante as desculpas do responsável das finanças que continua a acreditar que a boa gestão é medida pela possibilidade de endividamento e não pela capacidade de pagar o que deve, designadamente aos fornecedores. Esta noticica do DN Madeira demonstra o que já disse: a governação da autarquia do Funchal mantém os mesmos problemas do passado e a gestão autárquica é só um deles.  

domingo, 4 de outubro de 2009

O método de Jardim

O que se está a passar nesta campanha eleitoral na RAM é muito grave embora, como sempre, tudo pareça absolutamente normal.
AJJ quer que o povo faça justiça pelas próprias mãos. Tanto referiu e instigou a este comportamento que já o conseguiu em plena inauguração de um túnel. Mais. Cavalgando este acontecimento AJJ aproveitou para fazer o que gosta mais: vitimizou-se (de uma forma miserável) e voltou a encontrar culpados externos para toda a imprudência que pratica e para a sua inadmissível governação, desta vez foi a PSP.
Tudo isto parece coisa de loucos. Dá a sensação para quem anda por "fora destes acontecimentos" que estas abordagens jardinistas são coisas giras. Palhaçadas que dá uma enorme vontade de rir! Ora, nada mais falso. Por isso, era bom que a oposição entendesse que isto não é apenas um problema de um partido que se manifesta de forma diferente. É um problema do regime. Nessa perspectiva seria indispensável que a oposição não fingisse que nada disto se passa ou que se passa apenas com os outros. Esta forma de AJJ fazer política amedronta tudo e todos e, pelos vistos, os próprios partidos políticos. O fogo de jardim ataca e (ele) quase sempre fica sozinho em campo porque ninguém se mete com um jardinismo persecutório.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A macacada segundo AJJ

AJJ, no seu habitual estilo, acabou por não explicar muito bem o que queria dizer com "isto não é para votar na macacada de lá". Assim proponho elucidar os eleitores sublinhando duas notas:
1. Este acto eleitoral não é para votar em Manuela Ferreira Leite, que (coitada) não chegou aos 30% mas que apesar de tudo tem a minha total solidariedade porque, na verdade, com amigos destes quem quer saber de inimigos (já diz o povo e eu aproveito para repetir!);
2. Este acto eleitoral também não é para votar na "macacada" de lá, os da Quinta Vigia que governam a Madeira há mais de 30 anos.

Primeiro semestre de 2010 será pior...

Sem querer ser pessimista mas comentando uma previsão do FMI onde este organismo alerta para a persistência da crise, gostaria de sublinhar, o que já tenho dito, que o primeiro semestre de 2010 poderá sr bastante mais dificil que o ano de 2009. Julgo que face aos indicadores já conhecidos, face às dificuldades óbvias das empresas em 2009, que conduziram as empresas a uma descapitalização significativa, e tendo presente que o sistema financeiro não é capaz de responder na proporção e condições adequadas às necessidades das PME's, então o caminho do crescimento económico é muito estreito. Resta uma estratégia de melhoria do ambiente empresarial de modo a devolver confiança aos investidores.

"Intrigalhada"

Este começa a dar cartas a este. Na verdade tenho verificado que Miguel Fonseca demonstra que a diz-que-diz,  a intriga e a presunção do conhecimento de "informações ocultas" não é propriedade definitiva de LFM. Ou seja, é com satisfação que agora é possível consultar outras fontes informativas que nos esclarecem a "intrigalhada" de primeira linha que se verifica neste PSD Madeira. Esta conclusão é tanto mais relevante porque MF consegue tudo isto sem usar a informação reservada que tem acesso do sua profissão. Já LFM não se pode dizer o mesmo: usa e abusa de informações que, objectivamente, não poderia usar enquanto funcionário da ALRAM. Infelizmente, fá-lo e continua a fazer como se nada fosse. Até o dia!