Esta dá vontade de rir. Mas é melhor não rir mas antes ficar preocupado. Muito preocupado. AJJ sabe o que faz: acusa a RTP M mas tem total consciência que o que diz é "treta da grossa" mas, estes ataques aos amigos da RTP M criam o ambiente ideal para desviar as atenções da asfixia democrática que promove e potencia. Por outro lado, já está a surfar no caso Manuela (a Guedes) esperando colocar-se (imaginem) num patamar de defensor da liberdade de expressão e dos princípios da democracia. Enfim, protagonistas velhos com truques decadentes num regime podre. É mau de mais!
domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
Manuela inspira-se em Salazar
Assim compreendo a obsessão hipócrita pela asfixia democrática e o convívio sereno e pacifico com o regime de Alberto João Jardim!
AJUDA
Há quanto tempo Alberto João Jardim não participa num debate? Será asfixia democrática o que se vive na Madeira?
Manuela (a Guedes) como só ela sabe!

"Não tenho grande apreço pela classe jornalística actualmente. É muito má." disse Manuela Moura Guedes nesta entrevista. Vale a pena ler. Vale mesmo! Depois digam lá se esta Senhora é capaz de fazer jornalismo. Aquilo nem é informação, nem é comentário, é hardcore!
Mais um exemplo do caminho errado da autonomia de AJJ
A autonomia dos pressupostos errados de AJJ dá nisto
Não consigo, até porque detesto hipocrisia
O Freeport acalenta os desejos daqueles que vêem em Sócrates um mal para o país e querem-no, de qualquer forma, na rua! Seja por motivos efectivos e genuínos, seja por razões partidárias (esses até sabem que, apesar de tudo, Sócrates foi o melhor primeiro ministro de Portugal dos últimos 30 anos). Mas o que eu não consigo verdadeiramente perceber é porque essa mesma blogosfera e até alguma (muita) opinião publicada, perante casos graves de ilegalidades cometidas, por exemplo, pelo presidente da CMF e actual candidato do PSD (e que, contrariamente ao que se tem passado no caso freeport, a comunicação social madeirense ignorou ostensivamente) não reagiram, nem reagem, a favor da ética que tanto proclamam e da defesa da verdade que agora fartam-se de, hipocritamente, ostentar? Surpreende-me que aqui não comecem por se indignar que os processos adormeçam numa qualquer gaveta do ministério público. Que não clamem pelo esclarecimento efectivo e definitivo do denso fumo que paira em torno da governação da autarquia do Funchal (ou será que para estes o tempo cura prevaricações?). Que peçam explicações concretas pelo medo de aprofundar as investigações (PSD reprovou todas as propostas para alargar o período de inspecção). Que lembrem a ausência continuada da inspecção da tutela. Que perante tudo isto, a bem da honestidade intelectual, reconheçam que a fronteira da simples suspeita foi largamente ultrapassada. Infelizmente, esta situação não se esgota em Albuquerque, estende-se por um conjunto largo de figuras do PSD Madeira que transformaram o governo numa holding de interesses obscuros (a quinta do lorde é o mais recente exemplo, mas existem centenas!). Mas, enfim, estamos na Madeira: há uns cavalheiros que gostam de viver numa espécie de esquizofrenia, onde a opinião que têm para o que se passa no continente só serve para lá, mesmo que se trate do mesmo ou mais evidente que o mesmo. Aqui andam cegos, surdos e mudos. Conveniente!
Cavaco está calado quando não deve e fala quando deve estar calado
Cavaco passou a maior parte da sua insólita visita á Madeira a falar do tempo, mesmo depois de AJJ ter chamado loucos aos deputados e ter impedido a sua ida à Assembleia. Mais. Cavaco sabe que AJJ transformou a ALRAM numa fantochada sem limites, um facto inadmissível em democracia. O que se sabe hoje é que Cavaco ignora deliberadamente o rombo à democracia protagonizado pela maioria PSD na ALRAM. Não são suposições, são factos: não existem debates, as comissões não funcionam por interesse do PSD, os inquéritos (quando aprovados) são meros instrumentos de branqueamento do regime, a mesa da ALRAM não é plural, o regimento é inconstitucional. Mas na Madeira, Cavaco encolhe os ombros e chuta responsabilidades para o Representante da República. Para ele, quando o tema é asfixia democrática, liberdade de expressão e perseguição àqueles que enfrentam o regime de Jardim, o melhor é nem comentar?! Por isso, Cavaco Silva voltou a desiludir. Não é o Presidente dos portugueses. É só de alguns e a democracia para ele tem fronteiras e a da Madeira pode ser o que é: uma espécie de democracia...
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
jardim suja as listas do PSD
Segundo o PSD (e os outros) Portugal vive em asfixia democrática por causa dos "tiques de ditador" de Sócrates. Mas este PSD tem nas suas fileiras (em cabeça de lista no Funchal) um cavalheiro chamado Alberto que é governo de uma região autónoma com parlamento próprio que nunca põe os pés na Assembleia e impede que os Secretários Regionais façam o óbvio que é explicar aos deputados as diferentes propostas apresentadas.
Sócrates vai de 15 em 15 dias ao parlamento e os ministros passam por lá muitas vezes. Mais. É também nesta região autónoma, gerida pelo PSD onde pura e simplesmente nunca existem debates. É aqui aliás que a RTP Madeira tem o desplante de ir perguntar para saber se faz! No continente, Sócrates debate com todos. Mas na Madeira, a ordem é não haver debates e assim esconde-se a realidade e o líder. Mas é também na Madeira que existe um órgão de comunicação social pago pelos contribuintes com objectivo de fazer propaganda do governo e do do seu líder. É também na Madeira que as sociedades de desenvolvimento e empresas públicas estão ao serviço do partido e não da Região: nas alturas próprias são autênticos braços armados do PSD contra tudo o que mexe na oposição. É também na Madeira que jornalistas são apedrejados, despedidos, afastados, ameaçados, pressionados (todos sabemos desta realidade). Pode-se até dizer que é isto que o povo quer porque (afinal) não reage. Mas é isto democracia. A castração da sociedade civil que obriga ao seu silêncio é a vontade do povo?
Por isso, onde está a legitimidade do PSD para falar em asfixia democrática? Mais. Onde param os comentadores sobre estas matérias que ignoram sistemáticamente o caso da Madeira? Mais. Será que os comentadores gostam de fingir que Portugal esgota-se no continente. Mais. O alarido em torno de Manuela Moura Guedes serve para o PSD soltar a sua tónica da suposta falta de liberdade no país. Mas, vale a pena perguntar: pode um partido que se quer sério ignorar o que se passa na Madeira. Pode um país que se quer sério concentrar comentários e opiniões em torno de um qualquer António Preto e ignorar Alberto João Jardim. Se António Preto suja a lista do PSD (e suja) Alberto João Jardim deita uma nódoa incontornável. Mas o país já desistiu da Madeira. Agradeçam a AJJ e à sua paródia irresponsável.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Sócrates deu um tiro no pé ou é aproveitamento eleitoral do resto da oposição?

Com o fim do jornal de Sexta e da saída de cena de Manuela Moura Guedes, libertou-se, definitivamente, o demónio da ASFIXIA DEMOCRÁTICA. Anda tudo ao rubro...
Exportar "clautrofobia democrática" já!
Isto entrou definitivamente em moda. Até a CDU! O melhor é o regime de AJJ, que anda pela hora da morte, sem soluções para o modelo de desenvolvimento, iniciar um processo de exportação de "know how" nesta matéria. Como falhou a exportação de inteligência, esta pode ser uma boa alternativa. Recursos não faltam!
Assim não se credibiliza a política...
Os políticos devem fazer um esforço por credibilizar a política. Como é possível que AJJ responda assim às questões relacionadas com a LFR. O quadro de critérios estabelecidos na revisão da lei são muito claros e integram matérias que permitem garantir maior justiça nas transferências do estado para as regiões. O problema é que a Madeira não teve competência para negociar os critérios adequados para a Madeira, desde logo ignorou deliberadamente o efeito perverso do critério PIB nas transferências para a Região. Já tinha sido assim com a União Europeia, em que a MAdeira perdeu 500 milhões. Mas o problema mantém-se: nos discursos e documentos oficiais o PSD de AJJ continua a manter o PIB elevado como uma conquista da sua governação. Fazer política de forma PIMBA tem os dias contados...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Eu sei o que fizeste no Verão passado
Sócrates acabou o debate como começou: lembrando que Portas já esteve no governo e nessa altura as soluções que agora preconiza (e os males que aponta ao país de Sócrates) não mereceram qualquer atenção. Portas sentiu a pressão e demonstrou muita agressividade!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A "palhaçada" voltou
Jaime Ramos lembra o episódio das finanças regionais, na sua habitual "palhaçada", para esconder os 500 milhões que o PSD retirou aos madeirenses de fundos europeus. Além disso, finge que não sabe que a LFR é o resultado dos critérios impostos pelo PSD para o enquadramento da RAM na política de coesão da UE. Ou seja, a mentira é a face mais relevante do PSD Madeira. Mentem para não terem de assumir o erro (ou incompetência) que levou ao descalabro das finanças regionais. Bem lembrou MFL que é perigoso hipotecar o futuro. Infelizmente, MFL não tem em AJJ um fiel seguidor: rigor e prudência são palavras que nada dizem ao cavalheiro que governa a Madeira!
domingo, 30 de agosto de 2009
MFL: A verdade ao sabor da mentira
A política de verdade que Manuela Ferreira Leite proclama é um descaramento só compreensível para quem tudo faz para ganhar eleições. Nem se pode dizer que é uma política da meia verdade porque a verdade não se mede aos palmos: ou é verdade ou não é. Ora, não é verdade que MFL possa proclamar a política de verdade. Confusos? A verdade de MFL é a verdade oposta a Sócrates. Não é uma verdade, é um cliché oportunista e descarado. A verdade de MFL aposta na suposta insatisfação do povo com algumas verdades de Sócrates, portanto é uma verdade sem espinhas e eleitoralista. Pode até ser mentira mas é o contrário do que diz o PS, por isso, é pouco para ser verdade! A verdade de MFL nem é a verdade de todo o PSD. É a sua verdade. Que é diferente da verdade de Marques Mendes, ou de Moita Flores, ou de Marcelo Rebelo de Sousa ou de Pedro Passos Coelho.
Mas MFL é tão segura da sua verdade que com a verdade efectiva do que se passa na governação do PSD madeirense (um regime em défice democrático) acusa o seu principal opositor, tarnsformando-se numa ilegítima dona da verdade, mesmo que fosse verdade!
RTP Madeira: a" manha" do costume
É o habitual: a RTP Madeira protege sistematicamente o poder fazendo o favor de não fazer debates e evitando assim o confronto, única forma do povo entender as diferenças de projecto e de "modus operandi". Não estou surpreendido com esta decisão da RTP Madeira, como também não estou com a decisão patética (mas também pode-se dizer comprometedora, ou ofensiva ao serviço público, ou oportuna para quem se recusa sistematicamente ao debate) de ouvir os partidos antes de avançar com óbvios frente a frente. É o costume: gente nova ideias velhas (outra coisa não seria de esperar quando estas são orientadas pelo director Leonel de Freitas que agora anda escondidinho!).
sábado, 29 de agosto de 2009
Olha a ética destes senhores...

Guilherme Silva recentemente disse que o PSD Madeira estaria disponível a apoiar o PS caso este partido ganhe eleições (sem maioria). Isto desde que os arranjinhos do costume sejam tratados a favor do poder Jardinista (nunca dos madeirenses!) . Ora, como é possível encaixar esta sonsice com a acusação violenta de traição que Jardim fez a Moita Flores? Não se encaixa, obviamente. Regista-se o carácter dos protagonistas!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
As borlas de Jardim II
Jardim quer acabar com as borlas mas no fundo é só falatório político até porque a ser assim devia acabar com as suas férias nas casas do Porto Santo, onde paga 10 euros. Na pousada da Juventude do Porto Santo, um jovem paga 14 euros. É justo não? O melhor é estar caladinho!
As borlas de Jardim I
As borlas que Jardim diz que devem acabar (obviamente) continuam. Mais. Como já referi aqui AJJ não quer, nem pode, acabar com as ditas borlas. São elas as responsáveis pela manutenção de um regime castrado, amorfo, autoritário e, por isso, incapaz de promover o desenvolvimento e a justiça social. Mas, mais grave, estas borlas violam aspectos essenciais da concorrência e prejudicam a economia: são as "borlas" ao monopólio dos transportes, ao transporte de pessoas entre Madeira e Porto Santo, ao Jornal da Madeira; aos "abusadores" do POSEIMA; aos interesses de uma Zona Franca quase inútil para os madeirenses pelo prejuízo que provocam,...
Proposta do PSD para as autonomias
Mas vejamos estes senhores dizem:
"Recuperaremos o clima de diálogo e de cooperação entre o Estado e as regiões autónomas."
Para concretizar isto é só afastar AJJ da governação. Sem este cavalheiro tudo será mais diplomático e proveitoso.De qualquer forma, se não passar por isto, não encontro nada de concreto que indicie vantagens objectivas
"Rejeitaremos terminantemente a instrumentalização política das relações entre regiões autónomas e órgãos de soberania, bem como o confronto com aquelas apenas por motivos político-partidários."
Mais uma vez afastem o dito cavalheiro porque são os motivos político partidários os únicos que lhe interessam, mesmo que prejudiquem os madeirenses. Tem sido sempre assim, a chicana política o confronto insultuoso sem vantagens concretas para a Madeira
"Continuaremos na linha de sempre do PSD, de solidariedade com as regiões autónomas, completando a regionalização de serviços."
A regionalização de serviços não é sinónimo de solidariedade. Até hoje tem sido desastrosa grande parte da regionalização liderada por AJJ, basta olhar para o QREN que isolou as empresas regionais e retirou apoios.
Apoiaremos as diligências das regiões autónomas junto dos órgãos da União Europeia, nomeadamente no quadro estabelecido nos Tratados para as regiões ultraperiféricas.
Será que MFL pretende refazer a asneira que fez em parceria miserável com AJJ e com isso retiraram 500 milhões de euros à Madeira? Ou será que quer confirmar, o que já fez AJJ, e retirar, definitivamente, a Madeira da Região objectivo 1? Parece que sim porque insistem em não calcular o PNB regionalizado e definir a bateria de indicadores adequada para justificar a fragilidade do desenvolvimento regional. No ano passado o PSD M votou contra duas propostas do PS M nesse sentido.
Recuperaremos um enquadramento das finanças das regiões autónomas que não prejudique indevidamente uma delas, sem prejuízo do disposto entretanto para a Região Autónoma dos Açores no regime actualmente vigente.
A revisão da lei das finanças regionais está prevista, o PSD M nada fez do ponto de vista de alteração de critérios, pelo contrário manteve o discurso que lhe valeu a perda de 500 milhões da UE. Esta intenção é demagogia da mais rasa e eleitoralista. O cerne da questão está colocado ao contrário: um confronto entre regiões e não um quadro de critérios justo e adequado. Miserável


