sábado, 15 de novembro de 2008

OS FACTOS II

PARECE MENTIRA MAS NO GRUPO PARLAMENTAR DO PSD EXISTEM DEPUTADOS QUE NÃO SE FALAM HÁ MAIS DE DOIS ANOS...É OBRA...

Os factos...

Das notícias do DN Madeira de hoje, além da demissão de Coito Pita, já aqui comentada, merecem uma referência particular: a decisão do PSD em não viabilizar um candidato socialista para a mesa da ALRAM, garantido a sua pluralidade; e a decisão de AJJ de manter um programa de governo que já tem mais de 4 anos (foi de 2004, e nessa altura já era bastante mau porque apenas configurava uma lista de obras...). Estas notas demonstram o estado do PSD e do governo: prejudicam a democracia, incentivam comportamentos violentos, oferecendo de mão beijada a razão ao deputado do PND e não governam de forma adequada.

O caos do PSD

Coito Pita demite-se do grupo parlamentar do PSD, segundo o blogue de LFM. Esta demissão demonstra o que já todos sabem: o PSD é um partido completamente despedaçado, recheado de intrigas e sem orientação. Neste momento é visível a confusão interna e, por isso, compreende-se as derrotas sucessivas no parlamento, impostas pela oposição. Jaime Ramos soma, assim, mais uma machadada e uma séria derrota, depois de todo o grupo parlamentar o ter desautorizado no caso do requerimento ao Coelho. Resta o filho, a Nivalda que depende do filho e ...Tranquada...Isto está bonito!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Linha de Crédito...

O grupo parlamentar do PS Madeira enviou ontem o seguinte comunicado:
O Grupo Parlamentar do PS Madeira sabe que a linha de crédito lançada pelo governo do PSD, depois da proposta do PS Madeira, já está suspensa, poucos dias depois de ter sido aberta, por um suposto esgotamento dos 20 milhões colocados à disposição das PME’s da Madeira.
Esta situação preocupa o grupo parlamentar do PS Madeira porque demonstra o seguinte:
1. O Grupo Parlamentar do PS Madeira tinha razão quanto à insuficiência da linha de crédito: quer em montante, quer em condições;

2. O Grupo Parlamentar não compreende a passividade do governo do PSD numa matéria tão relevante e sublinha a importância de esclarecer e tomar medidas urgentes e decisivas sobre esta questão;

3. O Grupo Parlamentar alerta que as empresas da Madeira, por culpa do Governo do PSD, não têm acesso às linhas de crédito lançadas pelo Governo da República (já são 4 e perfazem mais de 4 000 milhões de euros). Por isso, neste momento, encontram-se numa situação injusta face às PME’s do país porque não têm instrumentos adequados e na dimensão necessária.

4. O Grupo Parlamentar do PS Madeira não partilha esta visão reducionista da autonomia do PSD: na situação presente o QREN é gerido pela Madeira mas não apresenta soluções adequadas à situação das empresas da Madeira ou na dimensão necessária. Não governa ou governa mal...

5. O Grupo Parlamentar do PS Madeira exige uma tomada de posição do governo porque as dificuldades de acesso ao crédito por parte das empresas, caso não tenha soluções adequadas, reforçará o aumento do desemprego, das falências e contribuirá para o arrefecimento da actividade económica.

6. Mais uma vez, o Grupo Parlamentar do PS Madeira não entende as prioridades do PSD e do governo: endivida-se na banca para construir estradas que (já) vão dar a lado nenhum (conforme foi conhecido mais uma operação ruinosa de 800 milhões de euros denominada Via Madeira), mas não investe o necessário para salvar o seu sector empresarial endógeno: o único que pode criar riqueza e emprego.

7. A intervenção do Governo do PSD chega a ser ridícula porque o seu esforço financeiro na linha de crédito de 20 milhões ronda apenas os 200 mil euros em 2009...É esta a importância que o PSD dá aos empresários da Madeira????

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Desenhos animados

Ninguém do PSD gosta de falar de uma taxa de combustível da Portosanto Line que, ainda por cima, tem uma concessão exclusiva com o mesmo governo (o do PSD da Madeira) que grita contra outros (por causa de uma taxa e combustível!) e tem a imensa "lata" de pedir para esses (nunca eles) comparecerem na ALRAM para explicar.... Imaginem, eles querem que os outros venham à ALRAM? Estes senhores vivem numa banda desenhada!

PSD endiabradamente prejudicial...

O PSD não sabe, finge que não sabe ou é verdadeiramente (ainda) mais incompetente do que parece? Sobre a taxa de combustível era bom lembrar aos iluminados do PSD que a obrigatoriedade de serviço público caiu com a liberalização, lembram-se? A tal do dia histórico!? Portanto, tenham juízo porque sempre que abrem a boca colocam a Madeira num buraco sem saída. Querem tirar dividendos políticos e não resolver os problemas que criaram. Isso é muito feiro e demonstra um certo DESESPERO! Daqui a nada ninguém os atura, em lado nenhum. Por isso, hoje, já não são parte da solução mas sim quase todo o problema....
A questão da liberalização trouxe outros problemas em que a taxa de combustível é só um deles. Não se lembraram disso? Pelo amor de Deus!

Terça Feira falamos...

O grupo parlamentar do PS M demonstra desta forma que não está distraído e que quer efectivamente a normalidade democrática. E o PSD? Aguardemos, pacientemente, para Terça Feira...

Era de esperar. E agora?

A linha de crédito do governo do PSD para as empresas acabou quase sem começar (foi de apenas 20 milhões quando devia ter sido de pelo menos 50). O grupo parlamentar do PS M já tinha avisado da importância de um instrumento desta natureza ter a configuração adequada e a dimensão certa. Ora o PSD demorou a implementá-la (só o fez depois da pressão do PS M), fez com dimensão insuficiente e com configuração desadequada. Assim, as PME's da Madeira observam um governo de Sócrates a disponibilizar mais de 4000 milhões de euros em crédito, em que os madeirenses não podem ter acesso porque a RAM regionalizou os apoios europeus, e na nossa terra, o governo lança medidas tímidas demonstrando que brinca com coisas sérias: desemprego, falências e mais pobreza. Eu avisei, mais uma vez a prova está á vista de todos. O PSD da Madeira não quer saber dos empresários da Madeira. Esbanjou tanto e deixou de lado os verdadeiros interesses da economia da Madeira. Até quando?

Parabéns

Não tenho escondido a critica a alguns jornalistas que demonstram estar longe da isenção exigida para desempenhar determinadas funções, sobretudo quando o que está em causa é o tratamento da informação política. Contudo, com a mesmo frontalidade com que tenho criticado algumas intervenções de alguns jornalistas, também quero dizer que: José Miguel França, Miguel Torres Cunha e António Jorge Pinto, merecem o destaque e o elogio neste blogue pela coragem demonstrada nos seus comentários e entrevista realizadas nos últimos dias. A Madeira precisa de um jornalismo assim: interventivo, conhecedor dos factos e corajoso. Todos ganham.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Nada nos une!

Fernão Freitas comenta a situação actual na ALRAM e, devo dizer, estou em desacordo com quase tudo o que diz. Aliás, o Dr. Fernão Freitas demonstra sempre que fala de algo próximo da problemática da autonomia, uma atitude algo esquizofrénica com quase tudo . Na verdade, os seus comentários demonstram, principalmente, a sua total fragilidade argumentativa e uma imensa infelicidade no seu posicionamento político. Para Fernão, o Presidente da Assembleia cometeu um crime mas não se deve demitir; Para Fernão Freitas, o que aconteceu não é suficientemente grave para a dissolução da ALRAM, mesmo sabendo de tudo o que se passa no parlamento regional, e que não se esgota no "caso coelho"; para Fernão, AJJ tem razão em querer encontrar outras formas de calar deputados, imagine-se; Para Fernão a oposição achou piada no coelho e "riram-se" (?); para Fernão pode fazer sentido expulsar o coelho mas não o vi defender o mesmo para o maior provocador de desacatos daquela assembleia, o Sr. Jaime Ramos...Enfim, lamentavelmente, nada nos une!!!
Não deixa de ser curioso, até para mim, que mais me une ao Dr. Ricardo Vieira, nesta matéria, que ao Dr. Fernão Freitas...

Empresas madeirenses sofrem

O Governo da República lança mais 3 linhas de crédito de apoio às PME's. Na Madeira, temos uma, em condições desadequadas e num montante insuficiente. É o governo do PSD no seu melhor...

É preciso ter descaramento

Miguel Mendonça quer continuar a ser o Presidente da ALRAM depois de tudo o que fez, reconheceu e disse? Meu Deus, de facto, daquela casa, e vindo do PSD, nunca podemos considerar que já bateu no fundo suficientemente. Quando parece que é assim, há sempre alguém que ainda é capaz de nos surpreender!

Vital Moureira sabe o que diz

Vital Moureira escreveu, e bem, no Público a "Cosnpiração do Silêncio", a propósito do rombo democrático na Madeira . Existem para aí uns senhores que não aceitam a realidade. É pena, um dia vão perceber do que falamos...

Cavaco perde a Madeira

O que o Senhor Presidente da República fez, com as suas declarações, não foi cumprir o seu papel de garantir o normal funcionamento das instituições, foi uma habilidade política desproporcional às suas funções e à dimensão do problema, assim como uma abordagem anormal face à questão em causa. Cavaco Silva acabou por considerar que a normalidade estava reposta em virtude da informação que tinha do Representante. Parece que agora, e para a Madeira, o Chefe de Estado não se importa de perder poder. Neste caso para o Representante. O mesmo não se passou com os Açores. Estamos conversados.

domingo, 9 de novembro de 2008

Basta

Hoje, na sequência da crise financeira internacional, é mais fácil perceber os efeitos negativos do endividamento excessivo, sem controle e para investimentos inúteis. Mesmo assim, o governo do PSD mantém o registo de sempre, endividando-se sem qualquer rigor ou racionalidade. É preciso dizer basta a esta má política cujas consequências serão devastadoras para os madeirenses...

Uma boa análise de Luis Calisto

Vale a pena ler a análise da semana no DN Madeira de hoje, da responsabilidade de Luís Calisto.

O responsável pelo rombo democrático

Os operacionais do rombo democrático na ALRAM





O cúmplice do rombo democrático na Madeira

O ORAM 2009

Um orçamento que não configura uma reforma da governação regional e consequente redução da despesa corrente é, desde já, um muito mau orçamento. Um orçamento que não planeia de forma adequada o esforço de pagamento da dívida (de toda aquela criada nos últimos anos através das mais variadas engenharias financeiras) é um mau orçamento. Um orçamento que apresenta um plano de investimentos para pagar obras do passado é, seguramente, mais do mesmo. E isto é muito grave...Voltarei a este importante assunto...