domingo, 6 de abril de 2008
O convívio do vazio: a caixa preta do PSD M
PSD M: um filme interdito a menores e a sensibilidades frágeis

Baralhação ou necessidade
Filipe Menezes considera normal que o congresso do PSD Madeira seja à porta fechada porque trata-se de uma "normal reunião de trabalho". Contudo considera que no quadro nacional isso não é possível. Fiquei sem perceber se era porque no continente o congresso do PSD não é uma reunião de trabalho ou porque reuniões de trabalho com muita gente (porque no continente há mais psd's que na Madeira) são impossíveis de ser à porta fechada!
Uma baralhação tipica de quem precisa de todos os apoios para se manter à tona...Até de AJJ que o avaliará um dia destes. Há-de ser bonito.
Defesa da honra
Lamentável!
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Maria vai com todos
Filipe Menezes esta de cabeca perdida e com razao: a RTP nao lhe da espaco. O problema e que ou LFM defende a mesma insencao para a Madeira, para com o PS ou e, no minimo, incoerente. Mas, esta obvia observacao so tinha forca se existisse um verdadeiro interesse da nacao para com o que se passa na Madeira. Mas para isso era indispensavel compreender estes meandros, os jogos e os interesses. Poucos compreendem! No limite, a nossa realidade interessa a muito pouca gente no pais. Nao lhes interessa, nao vale nada e serve apenas pontualmente a varios e distintos interesses. E este e, provavelmente, o grande problema: a Madeira e uma especie de Maria vai com todos desde que existam contrapartidas e beneficios directos, quer financeiros quer politicos...
A censura do Leonel
Vale a pena ler aqui o comunicado do PS sobre o estudo da ERC. Concordo em Absoluto.
Com que entao
Caro amigo Andre Escorcio bem vindo a blogosfera. Estou certo que o espaco de reflexao que agora inaugura sera mais um ingrediente poderoso para melhorar o ambiente geral de pressao sobre a sociedade civil em que vivemos e uma forma de ultrapassar um discurso monolitico, na maior parte dos casos rocando a propaganda.
PS volto a pedir desculpa pelos erros mas continuo fora da Madeira e com acesso a um teclado pouco europeu!
Leonel e a inverdade
Afinal o Sr. Leonel de Freitas que foi falar de boca cheia a ALRAM deu uns toquezinhos malandros na verdade do estudo da ERC. Na realidade, fica claro, pela leitura dos numeros e da observacao atenta ao estudo, que o PS e claramente prejudicado. Leonel escondeu de proposito. Mais, como foi possivel a divulgacao de um relatorio, antes do tempo, por um orgao de imprensa e cedido pelo individuo que e alvo de avaliacao (Leonel de Freitas). Ainda por cima, mas nao por acaso, um dia antes da sua ida ao parlamento? Nao brinquem comigo? E obvio que este Senhor sabe o que faz e, naturalmente, esta todos os dias a contribuir para destruir o pouco que resta desta podre democracia!
PS e IVA
O PS M apresentou uma proposta de resolucao para a baixa do IVA na Madeira. O que vai fazer o PSD? Vai votar contra? Ontem, segundo tive conhecimento, a RTP Madeira colocou em destaque uma solicitacao da ACIF para que o Governo Regional baixe o IVA. E curioso que quando o PS apresentou na ALRAM uma abordagem integrada de baixa de impostos na Madeira esta Associacao evitou se pronunciar. Agora outros interesses se levantam e garanto vos que nao sao os dos madeirenses e do pequeno comercio. Imaginem de quem sao?
Mas tambem e curioso que essa noticia e posterior a do DN Madeira de domingo que informava da intencao do PS Madeira e que a conferencia de imprensa do PS foi jogada para o minuto 25 do telejornal...
terça-feira, 1 de abril de 2008
Nao apoio
segunda-feira, 31 de março de 2008
Em viagem
Satisfazendo a curiosidade de alguns que por este blogue vao passando nao fui a inauguracao da sede do PS porque estou em trabalho fora de Portugal, pelos lados do Medio Oriente. Curiosamente, nao estou em plena democracia mas respira se bastante melhor que na Madeira...
PS. peco desculpa pelos erros e ausencia de acentos mas o teclado que uso nao tem tudo o que a lingua portuguesa exige. Estou certo que compreendem...
A Asneira
O branqueamento que Gama ajudou a construir, provoca este tipo de mensagenshttp://madeiraminhavida.blogspot.com/http://madeiraminhavida.blogspot.com/
Gama
Estou longe, muito longe da Madeira mas pelo que tenho lido o efeito das afrmacoes de Jaime
Gama foram no sentido certo: a indignacao.
Estou totalmente de acordo com o voto de protesto da Comissao Politica do PS contra as infelizes declaracoes de Gama. Espero que tudo isto sirva para que os dirigentes do PS tenham perfeita consciencia do que se passa na Madeira e que nao facam discursos inocuos e manifestando total desconhecimento do que tem feito o PS M e os fundamentos da sua alternativa. MArcos Perestrelo nao sabe do que fala...Mais uma vez lamentavel...
sexta-feira, 28 de março de 2008
Triste episódio...
O que ouvi, arrepiando-me só de imaginar que podia estar a vê-lo, é mau demais, configura uma realidade intolerável, merece uma reflexão objectiva e deve servir para colocar os pontos em todos os i's, de uma vez por todas. Pelo menos, da minha parte, assim o farei.
Em 1992, Jaime Gama disse: "nós não temos medo…” depois repetiu “nós não temos medo do Bokassa da Madeira". A partir daí, o seu pensamento, e sobretudo a sua atitude, sobre o homem que governa a nossa Região mudou radicalmente. De Bokassa, passou, a partir de hoje, passados 16 anos, a «exemplo supremo da vida democrática...". Imaginem! Mais. Jaime Gama considera que AJJ deve ser “reconhecido e valorizado”. Porquê? “Pela obra, pelo grande talento”. Não me esquecerei disto para me defender dos ataques na Assembleia Legislativa da Madeira ao Sócrates, à Assembleia da República, ao PS. Parece que a Travessa teve efeitos estranhos em Jaime Gama. Um bocadinho à semelhança do que se passa com o triângulo das Bermudas, o ícone dos mares alterados da Madeira, sugou alguma coisa (concerteza a parte mais equilibrada) ao raciocínio de Jaime Gama e fê-lo ver coisas hilariantes. Uma tragédia humana. Tenham medo de passar a travessa. Socialistas de Lisboa venham via Canárias. É mais seguro, mais prudente e sempre se garante um raciocínio coerente!
Nem por acaso, poucas horas antes Jaime Ramos, Secretário-geral do PSD da Madeira, afirmava, em declarações à impressa, que Sócrates era um ladrão (nada que AJJ já não tivesse dito de Sócrates, de Gama, de Almeida, de Teixeira, de Pinho, de todos…). É, também por isso, que “agachar-se” desta forma é humilhante. Esta desonra encaixa naqueles que partilham ideias e convicções de liberdade de democracia e de respeito pelo trabalho dos outros. Mas destoa noutros que gostam de se curvar, a troco de nada, mesmo deixando que outros paguem muito!
O PS Madeira tem um problema para resolver: tem de equilibrar, amadurecer e tornar clara a sua relação com o PS Nacional. Este objectivo tem de ser concretizado muito antes de colocar na ordem do dia o desafio de lutar, legitimamente, contra este regime antidemocrático e incompetente de AJJ. Esquecer isto ou ignorar esta situação óbvia, que nos perturba de forma sistemática e profunda, é manter uma fragilidade intolerável e insuportável. Não fico calado nem mais um minuto para contribuir para uma solidariedade partidária que desconheço e que, sinceramente, não encontro, nunca encontrei, para com o PS Madeira. Mantenho fé nas minhas convicções. Por isso, mantenho reservas significativas face ao regime de AJJ. Mas, Estou despido de argumentos para lutar pela defesa de um PS que quero que seja alternativa.
Não estou a pedir ajuda. Estou a constatar um facto e a atrever-me a afirmar que se fosse governante, neste governo do PS, demitia-me, nem que seja pelo silêncio ensurdecedor de Silva Pereira, mesmo que me faltasse legitimidade pelo facto do episódio hediondo, sórdido e repugnante ter sido protagonizado por Jaime Gama, o apenas Presidente da Assembleia da República.
Quero dizer, sem rodeios, que Jaime Gama não é um Senhor, ou não foi um Senhor, para me agarrar à esperança vaga e quase imperceptível de que o caso em apreço foi pontual, espontâneo e inesperado. Que não foi propositado! Um Senhor no sentido que é educado, que se porta bem na casa dos outros, que não ofende, como pode querer parecer o seu comportamento no Tecnopolo, aquando a sua desastrada intervenção: desvirtuada, desviante, manipuladora, interesseira e recheada de enormidades erradas ou sem verdades ou simplesmente com algumas mentiras. Isto tudo, ou apenas uma parte disto mas, em qualquer caso, suficiente para indispor qualquer um que anda numa “lufa-lufa” infernal, procurando energia, paciência e motivação, aqui e ali, para aguentar o que resta da democracia que há muito deixou de ser só deficitária.
Mas não é só. Jaime Gama não tem responsabilidade institucional. O Jaime Gama que ouvi parecia um pequeno, daqueles putos maravilha entretidos com um brinquedo, vestido de fato escuro e gravata, deliciando-se com uma das figuras nacionais que mais devia entristecer gente séria, gente com padrões morais respeitáveis, gente com adequado sentido de oportunidade, gente que respeita aqueles que todos os dias lutam pela liberdade, pela democracia. A “sua família”, mesmo que distante do seu olhar.
Jaime Gama quer olhar para o futuro mas não está preocupado com o futuro dos madeirenses: uma economia fraca, assente num PIB empolado, monolítica com a pior distribuição de riqueza do país, com 22% da população no limiar da pobreza, com os piores resultados na educação e com uma dívida pública que já atinge 75% do PIB. Uma grande obra, na opinião deste grande político e atento observador à propaganda de AJJ.
O que Jaime Gama disse foi uma vergonha, uma ofensa, uma facada e uma total desconsideração. Mas corou AJJ e deu-lhe mais fôlego para patinhar, mais ainda, o rosto da oposição que este “digno” Senhor devia acautelar, defender e, se nada disso lhe interessava, pelo menos respeitar.
O pacote de lembranças oferecido a AJJ por Jaime Gama não foge muito àquele que Almeida Santos também já ofereceu: um homem com obra. Pelo menos 145 Km de estradas num território de 800km2. Digo eu!
Tenho pena de ter de escrever isto!
Toco
quinta-feira, 27 de março de 2008
Há gato?!
Paradoxo ou modus operandi?
O PSD Madeira votou contra uma proposta de decreto legislativo para a apresentação na ALRAM de um relatório sobre o acompanhamento da fraude e evasão fiscal. Foi impressionante o jogo de cintura do deputado Elvio do PSD para defender o indefensável chegando a afirmar que não é preciso este procedimento porque os relatórios já são enviados para a DGCI (embora ninguém os conhecer porque nem um site têm a funcionar!). Pois é verdade, agora o PSD considera que, nesta matéria, deve prestar vassalagem à república!? A regionalização dos assuntos fiscais foi feita de forma cambada: o PSD regionalizou o que quis e uma das peças fundamentais para que tudo funcione bem (controle e acompanhamento) ficou na gaveta. O PSD quer as coisas desta forma para não ser fiscalizado e para isso não se interessa de dar facadas na sua autonomia (a coerência é uma batata para estes senhores, mas alguém percebeu isso?).
Voltarei a este assunto pela sua importância...











