É quase ofensivo que AJJ recorra a esquemas verbais como o que recentemente usou dizendo que os números de crescimento dos Açores foram forjados! Pelo amor de Deus, até onde pensa que é possível esconder a sua má governação? Que credibilidade tem um governante (um governo!) que usa e abusa deste "modus operandi"? Ainda por cima veio dizer que fizeram as contas? Quem fez? Que instituição? Não me digam que foi o PSD Madeira. Se calhar numa qualquer reunião entre o núcleo duro Miguel de Sousa, Miguel Albuquerque, Jaime Ramos, João Cunha e Silva e Alberto João Jardim numa qualquer sala da fundação social democrata, com o Senhor Machado a introduzir os dados na folha de excel de um computador da recente fundação, criada por João Carlos Abreu, com dinheiro do Pestana e com o apoio logístico do grupo sousa! Devem ter saído uma continhas lindas!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Do mal o menos?
Ainda me perguntam, indignados, como é possível que depois de tanto caos governativo os resultados eleitorais são o que são. A verdade é que assim nem tendo como candidato o PAPA!!! Pelo amor de Deus, deixem-me entrar em férias convencido que na minha terra existe um nível mínimo de razoabilidade que não descemos...
domingo, 11 de maio de 2008
Chega de confusão!
O DN Madeira volta a fazer noticia sobre o pedido do PSD na ALRAM a propósito da informação da execução dos fundos relativos ao turismo rural - programa Leader. Faço referência a esta matéria porque já é a terceira vez que a mesma menciona o meu nome e parece evidente ser uma manifestação evidentemente abusiva. Em primeiro lugar, não tenho turismo rural! Ou seja, O Ribeiro Frio Cotagge e a Quinta Devónia, cujo site aqui junto www.devoniamad.com são propriedade dos meus sogros e, portanto, beneficiários directos dos legítimos apoios auferidos no programa Leader. Mais. conforme é possível verificar no site, e também na central de reservas do Madeira Rural - www.madeirarural.com - os empreendimentos em causa (apesar dos apoios apenas terem sido para o Ribeiro Frio) têm uma divulgação permanente e, sendo assim, cumprem a totalidade das suas obrigações. Contudo, o que eu não entendo no pedido é o seguinte: afinal o que quer saber o PSD? Quer saber o desastre que foi a utilização do Leader? Se é para isso eu avanço já com o essencial: 20% foi para gestão do programa; outros 20% para as casas do povo (portanto, com fins eleitoralistas); outros 20% para o sector público (mais fins eleitoralistas); outros 15% para clubes (ainda mais fins eleitoralistas, porque não consigo perceber o que tem o turismo rural a ver com clubes!) e finalmente, apenas 25% para o sector privado. Mais grave é que este PSD não acha estranho que estes fundos sejam distribuídos e decididos pelo Dr. Rui Moisés, deputado do PSD na ALRAM.
Bom que fique claro: a ALRAM tem o dever de fiscalizar o governo e deve fazê-lo em todas as suas vertentes doa a quem doer. Da minha parte solicitarei ao meu grupo parlamentar para chamar o deputado/gestor Dr. Rui Moisés para explicar esta atípica divisão dos 7 milhões de orçamento do Leader, no quadro de uma audição parlamentar. Ou seja, caso o grupo parlamentar do PS concorde, e portanto o PSD também concordará, pelo que se tem visto, teremos a oportunidade de confrontar o governo sobre esta matéria. Mas, nesta questão ainda não é tudo. O debate sobre a aplicação dos fundos já está solicitado pelo PS e, tendo presente o seu carácter obrigatório, ele ocorrerá brevemente e, também aqui, teremos oportunidade de confrontar o governo do PSD sobre a forma de gestão/utilização dos fundos, incluindo o programa Leader.
Outra coisa completamente diferente é a fiscalização dos fundos, cuja responsabilidade é efectivamente do programa. Ou seja, o que é caricato é que o PSD esteja a insistir numa fiscalização cuja competência é do programa gerido pelo seu deputado!? Mais uma vez, onde querem chegar?! Volto a insistir a fiscalização da aplicação dos fundos Leader deve ser garantida junto dos beneficiários pelos responsáveis pela sua aplicação. Se existe, e não duvido que exista, prevaricação, somos nós que exigimos mais rigor nesse tratamento (veremos que dirá um dos gestores do Leader na audição parlamentar!), conforme fazemos permanentemente na ALRAM e que o PSD trata de chumbar, proposta atrás de proposta. É lamentável este comportamento mas, sinceramente, espero que esta noticia seja devidamente esclarecida de modo a acabar com a poeira típica que o PSD gosta de lançar, atingindo, neste caso, pessoas cuja distância destas provocações políticas de baixo nível é evidente (como seja a memória do meu sogro Dr. Alivar Cardoso!).
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Só resta dizer-se indiferente!?
Há por aí quem afirme, com uma aparente convicção, que nada ou ninguém que ouse criticar iniciativas, medidas ou políticas do seu "grande líder", ou simplesmente alertar para o perigo de um pensamento monololítico, sobretudo pela fragilidade que ele representa, lhe atrapalha, ou lhe preocupa, ou lhe afecta, ou lhe "chateia". Enfim um rol de sinónimos com vista a provar uma imunidade psicológica "tão forte tão forte" que só pode ser ficção. Mais. Esses mesmos senhores que afirmam ser indiferentes a quem os critica, acabam por se denunciar a eles próprios, não sendo capazes de lidar com esta enorme indiferença(?) com indiferença. Compreendo porquê, mas é bom habituarem-se, já não chega encher o peito, a cada dia que passa é preciso ter mais alguma coisa para dizer!
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Basta Sr. LFM
Caro Sr. LFM deixe-me lhe dizer, com toda a frontalidade, que lamento os termos da sua resposta, na sequência da minha análise do que se passou no quadro da negociação da liberalização dos transportes aéreos. Aliás, quero sublinhar que não é a primeira vez que V. Exa. "salta" do nível da discussão com argumentos para a agressão pessoal, mesma que tente disfarçar, procurando demonstrar uma qualquer supremacia ético/moral que não lhe reconheço. Enfim, parece que V. Exa., lamentavelmente, quer seguir o mesmo registo que os seus colegas de partido na ALRAM: quando faltam argumentos desatam numa conversa fiada a tentar colocar rótulos em quem apenas desafia para o debate e a discussão sadia. É claro que me importa muito pouco que V. Exa., ou outro qualquer, tenha comigo uma espécie de "esquizofrenia" por resolver. É um problema cuja resolução depende de V. Exas. Da minha parte, continuarei a comentar o que me apetecer, e nos termos que me apetecer, assumindo as minhas responsabilidades, que sei perfeitamente quais são. E o Sr. LFM saberá quais são as suas?
Portanto, que fique claro, sei perfeitamente o que aconteceu com a negociação do "céu aberto": o governo do PSD foi incompetente para obter uma boa solução para os madeirenses. Dir-me-á que o governo da república tem responsabilidades? Eu diria que, nesta matéria, como noutras, a Madeira esteve bastante mal defendida! Ou será que V. Exa. acha que a autonomia não exige responsabilidade?
Além disso, estou perfeitamente à vontade (a todos os níveis) porque desde sempre alertei para estes perigos (V. Exa. tem acesso aos diários da ALRAM, se tiver curiosidade basta procurá-los e comprovar o que estou a afirmar, além disso escrevi por várias vezes neste blogue sobre a matéria). Infelizmente tinha razão.
Não voltarei a responder ao Senhor LFM desde que insista em usar argumentos de carácter pessoal e não a discussão das matérias.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Já é oficial
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Horror
Não estou surpreendido mas preocupado e, sobretudo, revoltado: era evidente que esta situação podia ocorrer. Os turistas já reclamaram por causa da feira do marítimo. Imaginem que o fizeram por causa do barulho mas, estou certo que quando se aperceberam de onde vinha o ruído também não devem ter adorado o cenário deplorável montado em frente aos navios! É lamentável a miopia dos nossos governantes. Todos pagamos porque esta imagem "terceiro-mundista", que passamos para o exterior, tem efeitos muito mais alargados do que se imagina.
domingo, 11 de novembro de 2007
Guilherme não sabe
Sérgio do Farpas deu a resposta que Guilherme Silva devia saber antes de fingir que sabe o que, na verdade, não sabe. O tema das provocações anónimas na blogosfera não se resolve com o ímpeto voluntarista, despropositado e desesperado do deputado do PSD.
http://farpasdamadeira.blogspot.com/2007/11/falar-do-que-no-sabe.html.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Pelo amor de Deus...
Nove longos minutos de Makakula, Carlos Pereira (o Presidente do Marítimo) e António Henriques. A razão foi um golo marcado pelo jogador do marítimo no jogo de Portugal com o Cazaquistão. Foi "simpático" ouvir Carlos Pereira a afirmar que o nome da Madeira seria colocado no topo. Pelo amor de Deus haja paciência. Permitam-me: está tudo doido?!
Depois destes suculentos 9 minutos ficamos a saber que a Madeira tem mais de 50 000 pessoas a viver abaixo do limiar de pobreza. Há coisas fantásticas não há?
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Rabo de fora...
Vamos ser sérios e rigorosos: discordo da fuga às explicações de quem quer que seja mesmo que essa pessoa seja o ministro da economia. Em democracia discute-se debate-se e dá-se explicações à população quando se tem responsabilidades executivas. Agora, o mesmo se deveria passar nesta democracia fantoche em que a fuga ao debate é agraciada como uma grande estratégia política. Na verdade, para a Madeira é o melhor remédio porque quem podia "obrigar" os responsáveis políticos a prestar contas pelas suas trapalhadas "mete o rabinho entre as pernas" e ...branqueia o pouco que a opinião pública tem acesso. Assim é útil, dá votos e é inteligente não explicar nada, mesmo que "o rabo" esteja totalmente destapado...Aqui o "crime" de assobiar para o ar compensa...
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Muito mau
sábado, 11 de agosto de 2007
Tenho vergonha
A palhaçada levada a cabo por AJJ, com o contributo fundamental do seu reforço Francisco, Secretário Regional dos Assuntos Sociais, relativa à aplicação da lei da IVG, não tem limites. O folhetim que AJJ criou, mas que já disse não querer alimentar, teve mais um ponto alto envolvendo este e o dito Secretário Regional. No mesmo dia o Secretário afirma não haver dinheiro para aplicar a lei e, noutro lado, senão mesmo nas costas do Secretário, porventura sem conhecimento deste, AJJ sublinha que no orçamento de 2008 haverá dinheiro para aplicar a lei. Obviamente que AJJ podia ter avisado o Francisco. Mas não quis e, apesar desta triste figura, Francisco continuará imune a estas ofensas singelas de AJJ cujo silêncio e compreensão permitem reforçar o seu papel neste novo governo.
Aliás, o papel do Francisco neste governo está esclarecido: é sempre preciso alguém para alimentar uma novela onde a insensatez, a incoerência e o populismo demagogo fossem colocados num primeiro plano de análise.É uma vergonha mas o Secretário Francisco parece gostar do papel.




