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terça-feira, 25 de março de 2008

Fininho II


No outro dia escrevi no DN Madeira que a verdade na nossa Região quase nunca é a realidade como ela é, antes é uma moda de opinião. Agora ainda acrescento que quase parece a moda de AJJ. Isto vem a propósito porque hoje no DN Madeira há quem ainda considere que a questão da corrupção na Madeira está num limbo entre a suspeição e efectiva corrupção. Não é verdade, e para confirmar esta realidade existem factos que a comprovam, designadamente: nos últimos anos foram presos dois presidentes de câmaras na Madeira. Em 11 ficou provado que dois deles eram corruptos. Basta comparar estar realidade com a do continente e se a proporção fosse a mesma teriam de ser presos 60 presidentes de câmara no continente. Portanto, deixem-se de "rodriguinhos" e conversa fiada: há corrupção na Madeira (como tb é verdade que existe noutras partes do país e do mundo). Mas também é verdade que cá passam-se "coisas bastante estranhas" e que é indispensável, nesta fase, uma atenção cuidada e consequente. Não entendo, verdadeiramente, as razões de quem ousa colcoar esta matéria em questão. Na verdade é indispensável combater a corrupção não a suspeição. Será difícil entender a diferença!?

terça-feira, 4 de março de 2008

Cai quem quer...

O Secretário da Agricultura e Recursos Naturais adora governar pelos jornais e não na resolução dos problemas que tem de enfrentar. Acabei de o ver na RTP Madeira, depois de uma reunião no parlamento da RAM, a dizer meias verdades e até a mentir. Em primeira lugar, disse que o programa comunitário de apoio ao mundo rural foi o que mais cresceu, de 110 para 170 milhões. É verdade, mas ficava-lhe bem dizer que isso aconteceu à custa do esforço do Governo da República. Por outro lado, e aqui em sentido contrário, mentiu ao dizer que seria dificil executar o plano porque a Lei das Finanças Regionais pode impedir a obtenção de 30 milhões para o co-financiamento. sobre isto quero dizer o seguinte: em 2008 a Madeira recebe mais da LFR do que recebeu em 2007; a poupança de 5% no excesso de despesa pública da Região (ultrapassa os 65% do ORAM2008) equivale a poupar mais de 32 milhões de euros, só num ano...Enfim a demagogia do costume para embasbacar distraídos...

Perdoai-lhes que eles não sabem o que fazem...

Hoje fiquei a saber, por um amigo, que o conselho directivo da Jaime Moniz, substituiu um dos livros de apoio às aulas de Sophia de Mello Breyner, uma das mais importantes escritoras portuguesas contemporâneas, por um livro de Francisco Fernandes, Secretário Regional da Educação. Palavras para quê!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Mundo ao contrário


Li um título no Jornal do Governo Regional do PSD (o da Madeira) que era mais ou menos o seguinte: "É preciso levantar o manto de suspeição", de acordo com declarações do Senhor Representante da República.

Não sei o que pensa o senhor Representante, nem sei se ele disse só aquilo, nem em que contexto foram proferidas as declarações. Contudo, como já nada me surpreende, quero afirmar ao Senhor Representante, e também , já agora, ao Senhor AJJ, que anda na mesma onda, que a questão de fundo não é o manto de suspeitas. Essas são um subproduto das evidentes práticas de corrupção que para aí andam, em particular na administração pública regional. Enquanto no território nacional fazem-se leis para proteger quem denúncia práticas de corrupção aqui quer-se punir quem as denuncia! É o habitual mundo ao contrário da Madeira que alguns gostam de se encostar...

Mas como AJJ gosta de falar de ameaças e represálias e como está muito interessado em processar quem procura um caminho para a transparência e normalidade desafio, mais uma vez, o incomodadíssimo Presidente do GR a processar-me dado estar à vontade para afirmar haver indícios fortes de corrupção na sua admninistração pública regional...

É preciso combater a corrupção não a suspeição. Que fique claro para que a propaganda do PSD, com ajuda de alguns representantes, não inverta as prioridades...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

AJJ e a corrupção


AJJ nas suas permanentes e sistemáticas incongruências já mudou um bocadinho o seu pensamento, conforme foi possível ouvir na RTP Madeira. Agora, o Presidente da RAM, do PSD, não nega que há corrupção mas sim que esta tem de ser provada. Quem o ouve falar parece que tem condições para afirmar que nada será provado. Fica a certeza que o desconforto de AJJ ao lidar com esta matéria permite-nos pensar objectivamente que não está tão sossegado como diz...Remata sempre dizendo que levantará processos aos denunciadores...Por favor desampare-me a loja. Já ninguém tem paciência para os seus excessos linguísticos e tiradas inconsequentes..

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

A ACIF na rua da amargura

A carta de Anthony Miles hoje no DN Madeira é esclarecedora:

Anthony P. Miles
A ACIF ganhou um delegado do Governo
Data: 25-01-2008
O dr. Gaudêncio Figueira em carta publicada a 24/01 acerca dos tristes e recentes acontecimentos na ACIF, levantou a hipótese de eu ser bruxo. Definitivamente não sou bruxo, vidente, nem tão-pouco astrólogo. Relativamente aos factos ocorridos, limitei-me a interpretar os mesmos, nomeadamente observando que as personagens envolvidas eram as mesmas que estiveram presentes num almoço aonde também esteve presente o Presidente cessante, e após o qual foi anunciada a candidatura do actual Presidente.Daí que aceitar o pedido de demissão seria uma derrota para estas personagens e portanto haveria de certeza apelos para recuar, o que veio efectivamente a se confirmar. Havendo pelo meio um milagre, porque após "ter morrido para a vida pública" na BTL, eis que o Presidente demissionário ressuscitou ao terceiro dia. A ACIF não sai prestigiada deste episódio, nem tão-pouco os seus associados e, para mim, o triste corolário foi confirmar que a ACIF perdeu um Presidente e ganhou um Delegado do Governo.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Diferente

Vale a pena ler este post do Paulo Barata no Farpas. É uma diferença importante.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Debate sobre independência...

Miguel Fonseca convoca toda a gente para um debate sobre a independência, na sequência das afirmações de AJJ. Assino por baixo as razões apontadas por Miguel Fonseca. Na verdade foi o líder do governo regional que deu o mote e, afinal, deve-se ou não levar a sério o que diz o senhor? Mais. A comunicação social, os opinion makers, enfim aqueles que normalmente são muito rápidos a comentar e criticar tudo e todos, muitas vezes de forma severa, porque não o fazem agora?!
Eu estou pronto para o debate...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Independência segundo AJJ - outra vez!

AJJ volta a falar de independência e diz de forma clara que se os madeirenses quisessem ele não se importava da independência. Ora isto é exasperante. Este homem está farto de dizer isto, sobretudo quando precisa pressionar os órgãos de soberania para arranjar dinheiro para pagar as suas loucuras na Madeira.

Bronca IV


Na RTP Madeira Luigi Valle, o Presidente da Assembleia Geral da ACIF, demonstrou não ter vergonha na cara. Nos seus comentários resolveu insinuar que com esta direcção a "complexidade" que a ACIF viveu nos tempos mais próximos estava resolvida (por ele é claro!). Está claro que Luigi referia-se aos melhores tempos da ACIF em que esta foi dirigida por empresários ( não por funcionários, como é o caso!) que defendiam os interesses privados sem qualquer problema de afirmar publicamente posições contrárias ao do poder, procurando no dialogo as melhores soluções para a Região e para as empresas que a ACIF representava. Luigi faz bem em tentar limpar esta bronca, sendo ele o principal responsável pelo convite a Francisco Santos. Contudo já vai tarde. Na já longa vida da ACIF (desde 1832) não existem muitos casos de instabilidade desta natureza e, desde o 25 de Abril que não existe um director que se demite a meio do mandato. Luigi espera demover Francisco Santos. Confesso que me parece difícil, sobretudo porque este ficaria numa posição ainda mais frágil do que se encontra no momento. É por estas e por outras que é possível perceber melhor o apoio incondicional do Governo a tudo o que faz o Pestana...

BroncaIII

O blogue Pensa Madeira relembra, muito a propósito, uma carta de Anthony Miles ao DN depois de comentários menos próprios de Francisco Santos. Vale a pena ler para percebermos porque razão Anthony Miles foi, para mim, o melhor presidente da ACIF de sempre.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Ponto final

Há muitos anos que estou habituado a lidar com provocações de baixo e muito baixo nível. O meu poder de encaixe é muito grande mesmo quando estamos perante posturas que procuram ofender o meu bom nome. Tenho a consciência tranquila e preocupa-me que nesta terra, na falta de argumentos que permitam sustentar opiniões e ideias, recorra-se, sistematicamente, à ofensa e à tentativa de denegrir o bom nome das pessoas mesmo sem as conhecer minimamente. Lamento mas manterei as minhas convicções com a certeza que esses não contam com a minha estima e consideração, embora respeitando as suas evidentes "fraquezas". Tenho muita dificuldade em perceber que alguém que apregoa a lisura de comportamento insista em, por mais do que uma vez, ofender o meu nome com total descontracção, num hino de contradições entre o que diz e o que acaba por fazer. Enfim, uma questão de carácter! Não voltarei mais a este assunto...

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Empresas e sociedade civil...

Há cerca de 1 ano e meio, um movimento de empresários conhecidos, com a permissão e ajuda de outros, que não quiseram chatices, garantiram a entrada de um distinto militante do PSD na direcção da maior associação empresarial da Madeira, a ACIF, remetendo esta importante estrutura da sociedade civil para uma atitude passiva e de submissão aos interesses partidários que sustentam o Governo Regional, conforme é possível constactar. A ASSICOM, há muito que está nas mãos do conhecido deputado Jaime Ramos, Secretário Geral do PSD Madeira e a AJEM, a estrutura associativa que deverá representar os jovens empresários é gerida pelo deputado Jaime Filipe Ramos, que agora deverá ser reeleito (Luis Miguel de Sousa conseguiu alterar estatutos de modo a que na Madeira é jovem empresário até aos 40 anos) . Há coisas fantásticas não há? É esta a sociedade civil que temos. Merece ou não reflexão? Devemos ou não estar preocupados?

domingo, 6 de janeiro de 2008

Um livro para os 500 anos


Desafio os que visitam este blogue a propor alguns títulos para livros de comemoração do Funchal, até porque esse parece ser, a par dos concertos, ranchos folclóricos e afins, o prato forte das comemorações.

Assim ficaria bem um livro sobre os "maiores atentados urbanísticos dos últimos 15 anos" da autoria de Miguel Albuquerque com comentários de Rui Alves, Ricardo Silva, Duarte Gomes e João Rodrigues.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Escândalo II

deixo a noticia do DN sobre o escândalo já referido aqui neste blogue, cuja cópia está descaradamente no portal da Secretaria do Ambiente.

"A partir de 1 de Dezembro de 2008 a Estação da Meia Serra volta às mãos da Região, através da empresa Valor Ambiente. É a consequência da resolução do Governo, que decidiu denunciar o contrato de concessão à empresa OTRS.
A decisão, tomada no passado dia 15 de Novembro, já foi comunicada pela empresa aos cerca de 90 trabalhadores. Ao mesmo tempo foi anunciado o fim dos contratos de trabalho para 30 de Novembro de 2008, dia em que termina a concessão. Na ocasião, a OTRS garantiu que seriam pagas as indemnizações devidas. Entretanto, os trabalhadores reunidos em plenário decidiram pedir uma reunião com a Valor Ambiente, para saberem das intenções da empresa relativamente ao seu futuro.Contactado pelo DIÁRIO, o secretário com a tutela da Valor Ambiente, Manuel António Correia, sossega desde já os trabalhadores, ao afirmar que a esmagadora maioria, se não mesmo a totalidade deles, será contratada pela Valor Ambiente.O governante lembra que aquela empresa não tem a mão-de-obra necessária à operação da Estação e que terá de contratar a existente.Manuel António Correia prevê mesmo que a situação para os trabalhadores vá melhorar, uma vez que passarão a ter contratos estáveis, ao contrário dos de agora que são a prazo.Vantajoso para a Região O secretário explicou algumas das razões que o texto da resolução já referia.Entende o governante que a administração directa pela Valor Ambiente é vantajosa para a Região e vai permitir reduzir os preços aos utilizadores, que actualmente são essencialmente as Câmaras.O secretário acrescentou que a solução é agora possível porque está terminada a primeira tarefa da Valor Ambiente que era construir as infra-estruturas. Agora as pessoas que a compõem podem dedicar-se à administração directa da Meia Serra. O Governo está preocupado em garantir o bom funcionamento da Estação durante todo o processo de transferência de administração.A decisão foi tomada em Novembro passado, de forma a que a OTRS fosse notificada do fim da concessão com um ano de antecedência. Essa é uma condição que está prevista no contrato que a Região celebrou com aquela empresa. É o culminar de um contrato de concepção, construção e exploração da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Meia Serra."

De: Élvio Passos DN Madeira

Desemprego

O desemprego na Madeira não pára de crescer. Mas, mais grave é que a actividade económica na Região é manifestamente insuficiente para olhar com esperança os próximos tempos. Infelizmente, o Governo Regional não tem soluções, nem políticas para contrariar o "status quo".

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Até quando?

Ontem na televisão da Madeira debateu-se o desemprego. Do meu ponto de vista é um tema na ordem do dia e bastante importante pelo flagelo que já representa. Contudo a RTP Madeira não dá hipóteses a uma discussão séria e profunda sobre o que se passa na economia regional. Sobre as verdadeiras razões do desemprego. Para isso teria de ter coragem de ter convidados capazes de discutir o assunto sem receios do regime. Eles sabem que não foi isso que fizeram por isso tudo o que passou naquele programa foi um "bocejo" como que a tendência crescente do desemprego, sem um processo de reestruturação em curso na nossa economia, não seja um dos sinais mais evidentes do desacerto das políticas económicas deste governo. Uma RTP M assim não contribui para o debate sério transparente e para a pluralidade que se exige. Até quando?

Luís Vilhena


Conheci o arquitecto Luís Vilhena quando o convidei para integrar a lista do PS à CMF nas últimas eleições. Conhecia apenas a sua opinião e a sua inteligente e corajosa intervenção em prol de uma cidade melhor. Bastou uma reunião de 45 minutos para ficar com a certeza que o Luís tinha o conhecimento e a personalidade adequada para desempenhar de maneira exemplar o lugar de vereador responsável pelo ordenamento no Funchal. Tenho a certeza que não me enganei. Ao longo de 2 anos fui observando o espírito de missão do arquitecto do sobrevoando (http://sobrevoando.blogspot.com/), que não deixou ninguém indiferente, desde restante oposição e vereadores executivos. A sua honestidade intelectual, a sua frontalidade e, sobretudo, o seu conhecimento efectivo do que falava obrigou a um reconhecimento inequívoco de todos. Foi ele que foi "ensinando", a todos sem excepção, as razões fundamentais da defesa de um melhor ordenamento e planeamento. Não tenho qualquer receio de dizer que aprendi muito conversando e ouvindo as suas explicações sobre o que deve ser feito e por razão deve ser alterada a política de ordenamento na Região e sobretudo na cidade do Funchal. Fez tudo isto colocando em causa a sua actividade liberal, perdendo clientes convencidos que com o Luís seria mais difícil aprovar um projecto!? Como se esta constatação já não fosse suficientemente grave para a sociedade reagir contra uma autarquia afundada em suspeitas e em práticas sistemáticas de ilegalidades que indiciam corrupção efectiva. Mas o que mais me entristece é que eu sei disto e muitos outros também, porque acompanharam este importante trabalho cívico. O que mais me entristece é que uma sociedade que devia valorizar e defender o trabalho de pessoas como o arquitecto Vilhena, pelo contrário viram as costas e deixam-se convencer por uma "campanha sem nome", procurando colocar em causa a credibilidade do vereador eleito em nome do PS na CMF e que serviu os Funchalenses com dignidade, inteligência e seriedade. Para alguma comunicação social nada disso é importante. Pelo contrário, relevante é o esquecimento na entrega na declaração de património que apesar de entregue fora de prazo mereceu do TAF pena máxima ao vereador: perda de mandato. O silêncio em torno desta situação por parte da sociedade, dos jornalistas e dos protagonistas da justiça que ousaram ser cegos a bem de um valor que não consigo explicar, tem um preço muito elevado. Daqui para a frente receio que a atenção ao planeamento e ordenamento na CMF entre em autêntica roda livre e, infelizmente, resta-me a mim e aos funchalenses, ter esperança para que os próximos dois anos passem muito depressa e que Deus nos ajude.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Uma tristeza que vem de longe


Não sei o que acontecerá ao BCP mas não tenho dúvidas que nada será como dantes. Não sei qual a melhor equipa para o governar. Não vou discutir CV's dos candidatos mas parece evidente estar no terreno mais interesses políticos que empresariais. Nunca imaginaria que isto acontecesse numa das empresas portuguesas mais dinâmicas e mais esclarecidas sobre o poder do mercado. Ninguém fica bem na fotografia e neste momento, o PS que soube colocar, habilmente um nome cavaquista na CGD, satisfazendo o Presidente da República, quem sabe se com o seu aconselhamento, corre agora o risco de perder para Cadilhe no BCP.

Ninguém duvide que os protagonistas da Banca e da Política em Portugal estão de mãos dadas e são cúmplices activos uns dos outros. Confesso que é vergonhosa, e francamente prejudicial à economia real, esta relação, mas basta recordar quem foram os ministros das finanças e da economia do país para perceber a influência que esta sempre teve na política...

Hoje os bancos são donos de todos os grandes negócios. Mais são este que já determinam a própria política pública de apoios às empresas dominando o capital de risco e a garantia mútua, muito à custa de Carlos Tavares que lançou uma alteração de fundo aos sistemas de incentivos passando a dar à banca um protagonismo nunca visto e permitindo que esta defenda clientelas e não interesses públicos. Com esta abordagem, reforçada pelos governos seguintes, os bancos, muitas vezes, são juízes em causa própria porque decidem se apoiam ou não negócios concorrenciais com os seus.

O problema da Madeira


Alberto João Jardim não quis estar presnte na última cerimónia oficial de encerramento da presidência da União Europeia. Aquele momento simbólico poderia ter sido aproveitado de outra forma. É por estas e por outras que o homem que governa a Madeira deixou de ser útil. Ninguém o respeita muito porque o seu comportamento há muito que ultrapassou todos os limites do razoável. É um problema para a Madeira.